Petrobras (PETR4) busca o “novo pré-sal” no litoral do Amapá

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Depois que a BP e Total desistiram de explorar a Foz do Amazonas, a Petrobras (PETR3;PETR4) decidiu buscar sozinha o que pode ser um das descobertas no Brasil após o pré-sal. Profundas do Amap, como primeiro responsável pela área, informado pelo gerente da agência estatal é perfurar poço na região Norte do País ainda responsável pelo ano, como Mario responsável pela área, como gerente executivo Carminatti.

Em entrevista ao Estádio/Transmissão, Carminatti empresa informou que desde o ano passado a se preparar para explorar uma nova fronteira, que como precedente o sucesso em países. A região da bacia da Foz do Amazonas é considerada promissória porto a geologia parecida com as bacias das Guianas e do Suriname, onde outras empresas já fizeram descobertas relacionadas com petróleo e gás, incluindo a Total.

“Um transporte aéreo das bases de estudos realizados para a região do poço previsto para o semestre de 2022 na região do Mapa do Oiapoque (AP). as ações de iniciação em breve”, disse o executivo em breve.

O primeiro poço será perfurado a 160 milhas do litoral Norte do Amapá, lâmina d’água de cerca de 2.800 metros. O Capex (investimento) reservado para nova fronteira até 2026 é de US$ 2 bilhões, 8% do total previsto pela estatal para exploração nos próximos quatro anos.

De acordo com a Petrobras, a Petrobras encontra-se em fase final dos processos de contratação e contratação de operação de contratação de obras e serviços permitir a implementação de bens, para a contratação de uma operação de contratação de obras de apoio seguro, para a contratação de uma carteira segura em forma de exploração de obras de apoio. .

a infraestrutura

Para viabilizar essa operação, serão operações operacionais na infraestrutura de comunicação, na conectividade e na hotelaria do Amapá, comunicado o executivo. A empresa também planeja, assim como em outros locais onde atua, desenvolver socialambientais na região, que projetos constam no próximo Plano Estratégico da companhia para o período 2023-2027.

“Com a revisão anual do Plano Estratégico, com intenção de investir explicitamente em regiões a companhia investirá e onde terá operações.

Segundo o executivo, na margem equatorial foram elaboradas soluções tecnológicas inovadoras, como ocorreu com o pré-sal, mas usando avanços que não existiam na época. O novo supercomputador da Petrobras, o Pégaso, por exemplo, será básico para a exploração da exploração, ter capacidade de apresentar imagens mais bem conhecidas sobre uma fronteira desconhecida.

“Na Equatorial, vamos adotar soluções conectadas com as melhores práticas de ESG (sigla em inglês para environment, social egovernance), combinando inovação, eficiência e redução de pegada de carbono”, afirmou.

Reconhecidamente pela atuação em águas profundas e ultraprofundadas, a Petrobras vai exploração do país na nova fronteira conhecida internacionalmente durante a pré-exploração do país.

o uso de recursos grandes recursos de funcionamento;

exploração ambiental

A margem equatorial brasileira foi a grande estrela da 11ª Rodada de Licitações de áreas de petróleo e gás natural pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013, sendo o maior bônus de assinatura pago aoGoverno form no leilão porados pela Total (40%), Petrobras (30%) e BP (30%), de R$ 345,9 milhões.

Na época, a ANP estima que existia um potencial de 30 bilhões de barris de petróleo na Margem Equatorial – bacias Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar – com um volume recuperável (produção efetiva) de 7,5 bilhões de barris de petróleo, volume que poderá ser bem maior com as novas tecnologias definidas pela Petrobras. Na vizinha Guiana, que tem o mesmo contexto geológico, a Exxon vem fazendo descobertas 201 que já somam 5 bilhões de barreiras de reservas recuperáveis ​​​​prevê que pode chegar a 10 bilhões de reservas recuperáveis.

A demora para conseguir o licenciamento ambiental e a opção da Total e da BP porinvestimentos em renováveis ​​deixaram a Petrobras energia sozinha na operação. Abandonar completamente o consórcio em 2020 e BP em 2021. Em maio deste ano, a autorização brasileira do ambiente para uma autorização concedida pré-operacional no Amapá local, que será elaborada pelo Ibama para concessão de licença para exploração.

Considerada área sensívelambiental, a operação na região é luta pelo Greenpeace, que indica a existência de recifes de corais que se estendem até o Amapá bancos o Maranhão, teseada por alguns especialistas, que defendem a região na verdade de rodolitos (algas vermelhos) Maranhão fósseis, mortos e sem vida. Outra denúncia é de que o derramamento de óleo tem que começar a exploração dos manguezais do Amapá e Pará, além de ameaçar as Guianas de que demandaria um internacional para a ser feita.

No simulado da operação, a Petrobras que não tenha controle ao Ibama que tenha risco de ocorrência na área e região de exportação como medidas de controle no caso de acidentes na região.

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