Google para Apple: “pare de bater com o iMessage!”

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O iMessageo serviço padrão dos dispositivos da Maçãé sempre tratado como um dos recursos que justifica sua estratégia do Jardim Murado: nada essencial para iPhone, iPad e Mac será disponibilizado para convite, sem opções de interação entre sistemas, especialmente com o AndroidFaz Google.

Quando há comunicação entre sistemas, ela é mantida ao nível mínimo, com uma experiência de uso propositalmente depreciada; no texto do texto, além das inumeras mensagens do Android em balões de amostras da Apple são azuis (tudo é convertido para o arcaico formato SMS/MMS, no que o RCSum novo padrão, foi criado para substituir.

Usuários Android são identificados com balões verdes no iMe, e a questão de piorar a experiência de sistemas de comunicação (Crédito Bastard)

Usuários Android são identificados com balões verdes no iMe, e a questão de piorar a experiência de sistemas de comunicação (Crédito Bastard)

O RCS (Rich Communications Service) é um formato padrão de comunicação para mensagens instantâneas, um serviço administrado pelas operadoras de telefonia, que incorpora a quase totalidade dos recursos disponíveis no iMessage, WhatsApp, Telegram, Facebook Messenger e Cia. Ltda.: ele suporta mensagens com mais de 160 caracteres, download de arquivos grandes, mensagens em áudio e vídeo em alta qualidade, adesivos, conversas em grupo, pacote completo.

Há empecilhos para seu avanço, como uma solução única: primeiro recusa a Apple se veementemente a adotálo; O Google é o jogador mais interessado em sua implementação, pois possui uma versão própria, um garfo, este, sim, o endossado pela gigante das buscas. O original, um padrão de indústria celular, carece de recursos básicos como criptografia de dados, e depende de um número de telefone funcional, ao invés de ser ligá-lo em serviços.

Recentemente, o Google lançou um novo site para promover seu RCS, chamado “Entenda a mensagem“, campanha pública para pressão da Apple a adotar o formato no RCS, mas muita gente se pergunta por que Mountain View se dá a esse trabalho. O Android é líder de mercado no mundo, responde por 71,86% do market share global (dados de julho de 22), por que se preocupar com os 28% restantes?

A resposta é muito simples: os Estados Unidos importam. O resto do mundo, não.

iMessage domina os EUA. Culpa do Google

Market share do mercado mobile nos EUA, entre julho de 2021 e julho de 2022 (Crédito: Statcounter)

Market share do mercado mobile nos EUA, entre julho de 2021 e julho de 2022 (Crédito: Contador de estatísticas)

Ainda que a diferença seja pequena, o iPhone é líder do mercado norte-americano, com 55,26% de participação, contra 44,43% do Android (dados de julho de 2022). O iMessage é um fenômeno cultural por lá, ao ponto de ser tema de músicas que, enquanto lustram a Apple, zoam o robozinho faça o Google.

Assim, não é como se o Google não está presente no iPhone, com seus produtos e serviços ainda. O Google Search, por exemplo, tem espaço garantido pago, e Mountain View desembolsa montanhas de dinheiro todos os anos, reclamou sem. Por que está disponível um dispositivo no gigante não pode emplacar o iPhone, está como uma opção?

Já terminou de rir? Ok, eu espero.

Continuando… não é segredo que o Google tem uma longa e extensa experiência com os instantâneos rápidos, e nada do que a companhia fez deu certo. Hangouts, Google Talk, Allo, Chat, até o Google+ pode ser colocado nesse balaio. Os motivos para uma solução dispensam aplicativos desde pouca adesão, a essas práticas desastradas do próprio Google, com uma concorrência com outra interna, ou várias outras, simultaneamente.

Como é possível fidelizar o usuário quando nem o Google sabe o que está fazendo? A mais recente bagunça envolve o Allo, renomeado para Google Meet… enquanto o Meet original continua disponível. Sim, há dois aplicativos oficiaischamado Google Meet.

Há também o Mensagens, o app padrão que usa RCS, o Google Voice, de voz com um provido pelo app, o Hangouts, que será descontinuado no fim de 2022, e os mensageiros embutidos em outras soluções, como Gmail, GDocs, Google Jogar, Google Assistente, Google Stadia…

A bagunça dos mensageiros do Google não é de hoje (Crédito: Ron Amadeo) /

A alteração dos mensageiros do Google não é de (Crédito: Ron Amadeo)

Este é um dos problemas que o Google falha desde sempre em resolver. A companhia não possui um aplicativo estável e reconhecível para mensagens instantâneas, permitindo soluções de terceiros, como o WhatsApp e o Telegram, ganhando em terreno. O mesmo vale para o iMessage, com a vantagem de que a aplicação da Apple é nativa.

Exatamente por isso, Mountain View tentará adotar o RCS, que irá favorecer seus produtos, que no sentido prático, não foi aproveitado para aproveitar o ambiente fechado da Apple. O que nos traz à estratégia que a empresa de Tim Cook adota:

“Vocês que lutem”

A música do Drake zoando os balões verdes no iMessage tem razão de ser. Por padrão, as mensagens recebidas pelo app nativo da Apple se dividem entre quem um iGadget, e quem não tem. Qualquer texto enviado de um iPhone ou solução para Mac para outro, é identificado por um balão de texto azul.

Tudo o que não atende ao pré-requisito do tratamento do balão verde, mas com uma pitada maquivélica: o conteúdo é tratado e entregue, como uma mensagem SMS ou conteúdo de mídia MMS, que possui vários padrões, em comparação com os padrões dos recursos recursos modernos.

A Apple deixa bem claro que as mensagens fora do iMessage são piores (Crédito: Divulgação/Apple)

A Apple deixa bem claro que as mensagens fora do iMessage são piores (Crédito: Divulgação/Apple)

Para depreciar a comunicação entre sistemas, mensagens de texto via SMS, que para os padrões de hoje, são enviadas para iPhones por dispositivos Android, podem chegar truncadas e quebradas, rearranjadas de meios pouco convenientes. Vídeos e fotos são comprimidos ao máximo de modo a se adequarem ao formato MMS, completando a experiência.

Sem falar que diferente das mensagens enviadas entre os usuários do iMessage, SMS implica em custos ao receptor. Casos, o usuário usa uma comunicação de donos de Android, relegando-os a aplicativos de terceiros, que são mais populares nos EUA, de novo, ou mercado que realmente importa ao Google. Por lá, o iMessage tem muito mais público do que WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Isso faz que com uma nova campanha do Google, para convencer a Apple a adotar o RCS, soe mais um pedido de clemência à maçã, para deixar de fazer valentão com sua solução, e permitir que ela possa encontrar o espaço no iMessage, um ato que traria enormes benefícios a Mountain View, que viabilizaria sua versão do protocolo, e às operadoras, que pode ganhar mais grana, mas praticamente nenhuma relevante para Cupertino.

O que em outro problema: a Apple ditabar novas tendências, mas não segue como outras (até certo ponto ditabar por outros). No passado, Steve Jobs esteve disposto permitir que a tecnologia iMessage fosse, como termos o padrão em mensagens instantâneas, mas nos seus termos as chances da empresa seguir uma diretriz do Google tender a zero, a menos que ela seja forçada judicialmente a isso.

Leve em conta que o iMessage é precioso para a maçã, e assim como ele nunca será lançado para o Android, portas é garantida que a companhia abra como para implementar soluções de sem que ele ganhe ela.

No mais, o Google vai continuar tentando provar que vão à Apple a entrar o sua, enquanto a maçã manterá a posição de Jardim Murado, e não vai se misturar com o jardim Murado.

Fonte: Ars Technica, ExtremeTech

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