“Eu vou sempre dar o meu melhor” – Free Fire Esports

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O primeiro semestre de 2022 não foi nada simples para a Mineradores Netshoes. Durante a sétima temporada da Liga Brasileira de Free Fire, a equipe liderada pela experiência Natividade foi constantemente ameaçada pelo fantasma do rebaixamento eu de um milagre nas decisões de decisão.

Logo em seguida, veio o temido Grupo de Acesso. Em um dia onde a experiência falou mais alto, o tempo conseguiu se manter na elite nacional. Agora, vive uma verdadeira revolução: elenco repleto de estrelas, somente Patrick Alexandre, o Natividade, ficou – e com a responsabilidade de levar o tempo novamente à uma final de LBFF.

Conversamos com a estrela remanescente da equipe sobre a reformulação, como responsabilidades de um líder, o formato presencial e que esperar dos Mineiros na nova temporada.


Natividade acreditau até os últimos minutos em sua equipe durante a sétima temporada: por mais que o desempenho fosse questionável após rodada, a esperança semper ali. Depois de um desempenho tão importante ao motivo longo de toda a competição Miners fez uma exibição surpreendente, no Grupo de Acesso – e para isso é o próprio Natividade: “Eu passei a maioria das chamadas no Grupo de Acesso. Jogamos confiantes, fomos para cima e o tempo matou muito. Na última queda, só precisamos manter a calma para garantir uma das vagas”, conta.

Esse ímpeto levou a equipe a se manter na elite nacional, mas o cenário agora é outro. A Miners passou pela maior reformulação dentre todos os tempos para uma temporada atual: RiccK, Broilo, Field, OTremBB e Peuela disseram adeus, enquanto Zenac, Coruja, Mandela, Biel7 e novo técnico, Siqueira, chegaram para tentar levar a organização para tempos menos sombrios. “Eu não participei das escolhas. Eu dei algumas opiniões, mas as decisões partirão do nosso novo treinador Siqueira. Ele inclusive era meu analista e a gente já tem certa intimidade”, revela Natividade.

O jogador catarinense, que tem contrato com Miners até o final de 2023, representa a liderança. Na Miners desde a sua criação e entrada no cenário nacional de Free Fire, Patrick conta um pouco sobre como é ser esse líder: “É uma responsabilidade enorme, mas vou sempre dar o meu melhor. Eu sempre vou motivar todos os que chegarem agora e fazer-los dar a vida. Acho que essa vai ser nossa melhor temporada”.

Porém, as coisas não foram muito bem para a Miners. Atual lanterna da temporada, a equipe precisa se recuperar rapidamente para conseguir uma das 12 vagas para a Grande Final. O novo formato e as rodadas presenciais mudam um pouco a perspectiva da competição, que passa a punir ainda mais os erros das equipes.

“Eu acho o formato presencial muito melhor. Os meninos não sentem muita pressão, apenas aquele frio na barriga, aquela ansiedade antes de começar. Mas foi suave”, explicar. “O novo formato é: com apenas quatro quedas por dia complicado, se começarmos o dia mal, temos pouco tempo para recuperar. É uma vez em cada mapa e já era. A margem para erros não existe”finaliza Natividade.

Se a Miners irá sair melhor durante a oitava temporada da Liga Brasileira de Free Fire, só o futuro responderá. Mas equipe com um dos melhores – e mais facilmente contará-lo como país pode-la em sua glória.


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Além das tradicionais nos canais oficiais da Garena Youtube e TikTok, conforme a rodada triplas da temporada foram reservadas em TV aberta e fechada. Aos sábados e domingos a exibição é na RedeTV! (TV aberta), a partir das 13h (horário de Brasília). Já às segundas, a transmissão é feita pelo SPACE (TV Fechada), a partir das 18h (horário de Brasília).

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