Após pulmões, são os próximos “órgãos universais”

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Já comentamos antes que o transplante de órgãos deve cumprir uma série de critérios, que complica a disponibilidade e colaboração para o exercício das filas de espera. Um deles, absolutamente técnico, é o da compatibilidade entre doador e receptor.

Pesquisas recentes vêm buscando ou que estão sendo chamadas de “órgãos universais”: um processo de conversão de tecidos doados para o tipo O, ou doador universal. Após pesquisa do Canadá demonstram bons resultados com pulmões, um tempo da Universidade de Cambridge conseguiu o mesmo com enxaguar.

Enxágua um processo de

Rins segurados a um processo de “lavagem transferidos” (Crédito: Reprodução/University of California, San Francisco)

Vamos recapitular como aulas de biologia: o sistema ABO, que identifica os 4 tipos de sangue (A, B, AB e O Sistema Rh (positivo e negativo) são determinados pela presença, ou não, dos correspondentes correspondentes.

Por exemplo, as pessoas com sangue O são consideradas os doadores universais; seu sangue serve em qualquer pessoa, devido à ausência dos antígenos A, B, e R. Já quem tem sangue AB+ tem todos os três antígenos, sendo considerado o receptor universal.

Por outro lado, as pessoas com sangue tipo A não podem receber sangue B ou AB, o mesmo valendo para o B em relação ao A e AB, e, ao mesmo tempo, é importante observar o fator Rh. Quem tem que receber O-, e por este ser o mais universal- para outros tipos, é o mais resistente por bancos de sangue, embora possa responder por apenas 2 mundial. No Brasil, a mais alta do mundo por país, eles são 9%.

Tudo o que vale na transfusão de sangue para transplante e doação de órgãos, sob o risco de rejeição dos organismos considerados estranhos, e nem falando dos complicadores tradicionais.

Para começar a limitação da limitação sangüínea existem tempos, os primeiros a aparecerem os primeiros estudos técnicos, os 20 princípios da limitação dos pulmões, os primeiros estudos técnicos de “lavagem” dos órgãos, a, os resultados, os primeiros a mostrarem uma técnica de “lavagem” dos órgãos, a, a, os primeiros resultados.

Usando uma técnica chamada Perfusão Pulmonar Ex Vivo (PPEV) para emular um organismo vivo, foram usadas duas enzimas para remover os antígenos do sangue tipo A de 8 amostras. Ao fim do processo, eles se tornaram pulmões, por assim dizer, de tipo sanguíneo O.

Pulmões em cúpula e ligados ao sistema de PPEV (Crédito: Divulgação/University Health Network) / órgãos

Pulmões em cúpula e ligados ao sistema de PPEV (Crédito: Divulgação/University Health Network)

Órgãos para todos

O usado pesquisa de Cambridge é similar, mas usado, ao invés de pulmões, enxágüe de doadores em condições ideais, tipo B. , o que foi atingido com sucesso.

A seguir, o procedimento foi aplicado aos enxaguamentos inteiros, usando uma máquina de perfusão, que mantém a oxigenação via circulação extracorpórea, e as condições de um organismo vivo, para manter os órgãos viáveis ​​por mais tempo. O sangue continha uma enzima “limpadora” de antígenos.

Ao fim do processo, os três lavados estavam livres de antígenos anti-A, e podem ser independentes do tipo de sangue. Segundo o doutoranda Serena MacMillan, um dos participantes da experiência, o procedimento de remoção é rápido, e pode ser escalado para procedimentos de conversão de órgãos em números maiores.

Assim como acontece com a pesquisa canadense, ainda é cedo para comemorar. Não é possível os resultados de transplantar um resultado compatível em um paciente cujo tipo sanguíneo não seja com o original “removido” do tecido pré-verado, nem haverá novas complicações em conjunto com as tradicionais do processo.

A pesquisa ainda mostra no início, mas desde já pesquisa resultados interessantes. Os pesquisadores acreditam que o procedimento de conversão não é apenas escalável, mas aplicável a qualquer órgão que possa ser doado, como coração, fígado, etc.

Segundo a Universidade de Cambridge, o artigo completo será publicado na Jornal Britânico de Cirurgia nos próximos meses, sem definir dados.

Fonte: O guardião

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