A tão temida retração da economia americana tem a possibilidade de tornar o campo da especulação realidade. 1 ,5% e 1,75%, a maior desde 1994 – e da maior inflação em quatro décadas. “Estamos comprometidos em reduzir a inflação”, afirmou em audiência no Congresso. Questionado se isso pode levar a uma possibilidade, ele foi sucinto: “É certamente uma possibilidade”.

Não há notícia que possa ser pior para os demais países. Com PIB de US$ 23 trilhões (2021), os EUA respondem por cerca de 25% da economia do planeta. A cruzilhada tem um lado de alta dos juros – remédio que mais amargo em um país pelo consumo real e desacostumado a preços justos. Ela é defendida por Powell como uma alternativa mais rápida do Fed para domar a disparada do índice. Em maio, a economia americana registrou o acumulado de 8,6% no acumulado de 12 meses. A meta é de 2%.

Kevin Dietsch

“Estamos comprometidos em reduzir a inflação” Jerome Powell Presidente do Fed

Na Casa Branca, o presidente Joe Biden, que ela está “inaceitavelmente alta”. Em entrevista à Associated Press na quinta-feira (16) ele se comportou como presidentes do mundo todo: jogou a responsabilidade para longe. “Se a culpa é minha, por que em todos os outros grandes países industrializados a inflação ainda é mais alta?”. A pergunta é retórica e não tem efeito interno. Reuters Reuters apenas 39% dos americanos aprovam, segundo índice Reuters desde que sua pesquisa diz, em janeiro de 21.

Se um lado encruzilhada é controlar a altos, outro lado de juros mais altos, o outro lado é que as altas sucessivas podem desacelerar a economia da metade mais grave, o outro lado da economia num nível mais grave. O Bank of America ofA) calcula que há 40% de seus Estados Unidos entrarem que em um risco tão baixo quanto os Estados Unidos entrarem (em um risco tão baixo quanto os Estados Unidos que venham a ser econômicos). Em relatório, o banco afirmou que o Federal Reserve ficou “atrás da curva”, demorando para agir no combate à escalada inflacionária, e enfrentar um horizonte desafiador. Nesse cenário, o BofA prevê que ainda os juros chegarão ao pico acima de 4%, antes da inflação se estabilizar em cerca de 3%, superior à meta de 2% do Fed. O banco também previsto para o trimestre de 1,5%, após trimestre de 1,5% no primeiro trimestre.

AMEAÇA DE RECESSÃO Com a maior taxa de juros 1994, entre 1,5% e 1,75%, o governo americano já prevê a desaceleração do consumo interno. (Crédito: Joe Raedle)

O economista Nouriel Roubini, professor da Stern School of Business da Universidade de Nova York, publicou artigo no Project Syndicate no fim de abril em que demonstra pessimismo com os rumores da economia americana. Ele afirma que a estagflação não é país e que afirma que é necessário. “A inflação está aumentando nos Estados e em muitas economias avançadas, e o crescimento está desacelerando fortemente, apesar do grande estímulo por Unidos, de crédito e fiscal”, afirmou o professor, conhecido como Dr. . Apesar do pessimismo, ele tem propriedade para falar de crises. Em 2005, Roubini alertou que o preço dos imóveis surfava em uma onda especulativa no país. Em 2008, a bolha imobiliária explodiu nos Estados Unidos. Ele acertou.

CAUTELA Na contramão dos prognósticos apocalípticos para a economia americana, alguns analistas garantem que é preciso cautela na hora de prever a retração da maior economia do mundo. “A posição do BofA pode ser um pouco precipitada em função dos dados recentes”, disse Lívio Ribeiro, pesquisador sênior da área de Economia Aplicada do FGV IBRE. O analista de investimentos da política de Lima, Rodrigo Rodrigo, diz que é preciso também ser definido para o país. Os riscos de uma economia global, cujas economias têm muitos alertas, que são observados ou curvas de risco nos EUA.

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