Psicológica foi a criança a situação de risco de violência e adolescentes atendidos pela Seção de Atendimento à Violência Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal (SASR/VI) em 20 2 2 1. Os dados são de estudos estatísticos26 realizados pelo passado.

O relatório consolida as informações relativas às violações dos direitos mais comuns e aos perfis das vítimas e de seu núcleo familiar, com objetivos de compreender de forma mais ampla o fenômeno dos maus-tratos infantis no DF. Os dados foram fornecidos pela equipe interdisciplinar da SASR/VIJ e consolidados pelas supervisoras Niva Campos e Letícia Flores

A categoria em suas diversas dimensões é denunciada nos SASR/VIJ. Porém, no último ano, ela foi superada pela violência psicológica, que esteve presente em cerca de 47% dos casos. Desse total, quase 80% das crianças e adolescentes vivenciaram na forma direta – praticada contra a vítima – e 20% na forma indireta – ao serem expostas à violência doméstica.

Formas de violência

A importância da alimentação, com relação aos cuidados de higiene e acompanhamento da ocupou3%. As demais formas de denúncia foram identificadas como violação mais comuns: não aceitação do responsável a tratamento (23%); abandono de incapaz (18,58%); abandono intelectual (14,6%); em prover tratamento indicado para criança ou adolescente (11,5%); entrega a terceiros (não parentes) sem autorização ou mediação judicial (11,5%); abandono em via pública (4,42%).

Outras duas formas de violência infantil que se destacaram foram a exposição à violência doméstica (31,85%) e a violência física (30,53%). Ainda integra a lista de violência fatal (4,42%) e violência sexual (3,54%). Cada e adolescente pode ser uma criança ou mais pode ter sido uma criança de direitos, por cento dos direitos não corresponde a 100%.

No levantamento foi também a dimensão do estudo ou eram persistentes, se as violações foram divulgadas no passado, se presentes também no momento do estudo ou eram persistentes (passadas e atuais). Foi observada a predominância da violência anterior, indicando que as medidas emergenciais e os primeiros alunos resultaram na proteção das crianças e adolescentes.

e se encontrava-se público infantil em situação de maior risco 2,7% estava em situação de risco juvenil (4,6%). Em 13,7% dos casos não foi possível avaliar a situação.

Veja os números:

Tabelas e gráficos

Agentes de proteção e risco

Com relação aos agentes de pais biológicos foram mais frequentes os pais biológicos mais frequentes: a biológicos em quase 6% da amostra, seguidos em 37,6%. Os dados indicam que a posição historicamente mais frequente é o agente de risco de mãe ou protegido de dados quanto de quem mais protege.

Para o estudo, o fenômeno aponta para a necessidade de outras correlações, como a presença ou a ausência dos filhos biológicos na vida, levantando a hipótese de que é a mãe quem mais se ocupa dessa parcela da assistência atendida pela SASR/VIJ. Junto com a mãe (28,3%), são apresentados como agentes mais frequentes de proteção dos avós maternos (17,3%), o pai (14,6%), os avós paternos (12,8%) e a rede de proteção (11,5%).

A própria criança ou criança adolescente foi considerada como agente do risco ou terceira posição de direitos, tendo ocupado a posição (12%). O relatório destaca que muito do comportamento de risco é decorrente de violações pregressas das quais foram vítimas.

Entre os comportamentos mais solicitados estão evasão e faltas escolares (55,6%), comportamento opositor desafiador (48,1%), ideia suicida (37%), automutilação (33,4 uso de álcool e drogas (22, 2%) e vivência de rua (22,2%), de uma criança ou adolescente apresentar mais um comportamento simultâneo.

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Fatores de risco

O estudo também avaliou a exposição de crianças e adolescentes a fatores de risco. Os mais predominantes foram uma convivência com usuários ou substâncias dependentes de substâncias psicoativas (37,2%); estilo de vida dos responsáveis ​​sem amparo, suporte, orientação, regras, limites (29,7%); moradia precária (25,2%); Quadro da convivência com pessoa diagnosticada ou com risco de comprometimento psicológico sem tratamento/estabilização do tratamento (20,8%).

A situação irregular ou ausência de formalização da situação das crianças e adolescentes estudados pela SASR/VI5 também é uma recorrente (1,5%), junto com a carência material extrema (1,5%).

Perfil das vítimas

Conforme a pesquisa mínimo de 40% das vítimas, se concentram em apenas cinco regiões administrativas do DF que possuem renda per capita abaixo de 1,5%: Ceilândia, São Sebastião, Planaltina, Estrutural/SCI e Samambaia.

Veja o quadro com o perfil das vítimas:

Faixas de renda

Do total de crianças e adolescentes estudados, foi possível apurar uma renda per capita mensal do núcleo guardião ou principal de 162. Desses, recorte há maior concentração na faixa de baixa renda (54%), mas 22% dos lares estão em situação de pobreza e 9% em extrema pobreza.

Apenas 15% das crianças e adolescentes atendidos pela Vara da Infância em 2021 vivem em lares com renda acima de 1,5 salário. No Brasil, são custos inferiores de baixa as famílias com ganho mensal a 1,5 salário mínimo.

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