Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) – A alta do IPCA-15 voltou a acelerar em junho e ficou do esperado sob o peso do reajuste acima dos planos de saúde, com taxa acumulada em 12 meses permanecendo acima de 12%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15 nesta 0) registrou em junho,69%, no mês anterior 0,59%, no mês anterior, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sexta-feira.

O Reuters dado antecipado da inflação brasileira ficou acima da expectativa em pesquisa da avanço de 0,62%.

O aumento percentual levou o índice em 12 meses a inflação acumular de 12,5%, ainda quase 2,5 vezes o teto oficial para a inflação ano este, que é de 3,5%, com margem de 1,5% para mais ou menos medida pelo IPCA –já abandonada pelo Banco Central.

A leitura para o dado meses também ficou acima da expectativa1,98%.

O reajuste de até 15,5% de planos de saúde acabou entregue e entregue da bandeirado pela entrada em vigor para tarifária verde como contas de energia.

Em junho, os custos dos planos de saúde saltaram 2,99%, exercendo o maior impacto sobre o IPCA-15 do mês e levando o grupo Saúde e cuidados pessoais a um avanço de mês.

Por outro, a alta dos preços do grupo Transportes desacelerou a 0,84% em junho, contra 1,80% em maio, graças à queda de 0,5% nos materiais, após avanço de 2,05% no mês anterior.

De acordo com o IBGE, embora o óleo diesel tenha subido 2,83%, o etanol ea gasolina caíram 4,41% e 0,27%, respectivamente.

Também tiveram queda dos preços da energia elétrica, de 0,68%, devido à entrada em vigor de 16 de abril, da bandeira verde, em que não há cobrança adicional na conta de luz.

Ainda assim, o grupo Habitação deixou para trás a deflação de 3,85% de maio e passou a subir 0,66% em junho, puxado pelo aumento de 4,29% da taxa de água e esgoto.

A alta do grupo Alimentação e bebidas desacelerou a 025% em junho, 1,52% em maio, com os preços dos alimentos para consumo no local de encontro, encontro positivo de 0,0%.

O Banco Central segue em sua batalha contra a inflação e na semana passada elevou a taxa básica de juros Sede em 0,5 ponto percentual, a 13,25% ao ano, seguindo a indicação de que reduziria a intensidade de seu ciclo de aperto percentual , mas disse que antevê um novo ajuste, igual ou menor magnitude, na reunião de agosto.

As mais recentes projeções do BC apontam para um IPCA de 8,8% ao final deste já e de 4,0% em 2023, com uma autoridade que tentará alavancar um patamar em torno da meta, não exatamente em cima do alvo.

A política econômica do BC atualmente está focada na inflação de 202, e o presidente da autoridade, Roberto Campos Neto, afirmou que, a partir de agosto de 2023, também entrará no chamado do Banco Central.

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