“É possível ter um mandante”, diz delegado sobre mortes de Bruno e Dom

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Em novas declarações, o superintendente da Polícia Federal (PF) não AmazonasEduardo Fontes, disse na quinta-feira (23/6) que as autoridades não descartam um envolvimento de um mandante nas mortes do indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips, Assassinatos no Vale do Javari (AM).

“É possível ter um mandante. A investigação ainda está em andamento, mas a gente está apurando tudo e nós não vamos deixar nenhuma linha investigativa de lado e apurar e segura técnica para dizer o que aconteceu e o que não aconteceu”, disse o delegado da PF do Amazonas ao Jornal Nacional, da TV Globo.

Em nota grande na última-feira (17/6), pelo Comitê de Crise coordenado pela Polícia Federal no Amazonas, a corporação comunicada que há indicativos da participação de mais pessoas nos assassinatos. Entretanto, a PF afirmou que “os executores agiram sozinhos, não havendo mandante nem organização criminosa por trás do delito”.

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Com a conclusão do trabalho de perícia, os corpos dos dois foram entregues às famílias na quinta-feira.

Também na quinta, outro homem se apresentou à Polícia afirmando ter envolvimento nos assassinatos. Gabriel Pereira Dantas abordou militares na Praça da República, na capital de São Paulo.

Dantas e do jornalista, após participar das mortes do indigenista e do inglês, fugiram para pararense, Manaus, finalmente, São Paulo. O homem de 26 anos decidiu se entregar porque estava na rua e não aguentava mais a situação.

de São Paulo em depoimento em um depoimento que estava morando na casa flutuante “rapaz” que conhecia “há muito tempo”. Dantas estava escondido da facção Comando Vermelho.

“Eu fui pra tranquilo ficar, porque eu tinha sido pra lá de morte tranquila em Manaus. E lá eu conheci o Pelado”, afirmou mencionando Amarildo da Costa de Oliveira, 41 anos.

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