A venda de informações pessoais tornou-se um negócio lucrativo para as indústrias que operam na dark web. É o que mostra um levantamento recente feito pela NordVPN, empresa que fornece soluções em redes virtuais privadas. Durante o estudo, foram encontrados mais de 22 mil anúncios de anúncios de dados privados. O número de informações vendidas, por sua vez, passa de 720 mil. Segundo aponta a pesquisa, os milhões já lucraram cerca de US$ 17,3 milhões neste mercado (aproximadamente R$ 88 milhões, em conversão direta).

As informações à venda na dark web incluem passaporte — um dos itens mais cobiçados e caros do mercado —; carteira de motorista; Carteira de identidade e dados de cartão de crédito, comercializados por preços mais baixos, já que são mais fáceis de obter. Para que você possa preservar a segurança das suas informações e evitar possíveis alterações, o TechTudo listou seis medidas importantes para proteger seus dados. A seguir, veja também quais são os principais itens à venda na dark web e quanto custam.

Diversos dados pessoais são vendidos na dark web — Foto: Divulgação/Bully Hunters

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Principais dados à venda na dark web

Segundo a NordVPN, há quatro principais categorias de informações à venda na dark web: documentos (43%), dados financeiros (39%), contas (12%) e e-mails e senhas (6%). Os documentos vazados incluem o conjunto completo de dados de identidade pessoal (40%), carteira de motorista (35%) e passaporte (9%). Entre as informações financeiras, de pagamentos de pagamentos (67%) responde pela parte dos itens, seguidos de contas de processamento de pagamentos (17%), dados bancários (10%) contas de criptografia (10%).

Categorias vendidas na dark web, segundo levantamento da NordVPN — Foto: Reprodução/NordVPN

A seção de contas, por sua vez, é liderada pelas contas em serviços de streaming (61%), mas também há dados vazados de redes sociais (8%). Na categoria senhas, comércio se concentra em e-mails (70%), e-mails pessoais e pessoais (28%) e e-mails corporativos (28%) e corporativos (6%).

Quanto custam os dados à venda na dark web?

Os serviços prestados são conforme a informação. O passaporte sobressai como o item mais caro, custando em média US$ 600 (cerca de R$ 3.030, em conversão direta). As carteiras criptografadas também são preciosas na dark web: as contas podem custar de US$ 350 a US$ 395 (de R$ 1.768 a R$ 1.996, em conversão direta).

Já os itens mais comuns incluem dados que podem ser forçados ou adivinhados, como números de telefone e dados de cartões de pagamento, que custam em média US$ 10 (cerca de R$ 50). Contas da Netflix também foram todos por esse mesmo preço, enquanto da Uber Eram um pouco mais caras — em média US$ 12 (aproximadamente R$ 60).

Passaportes estão entre os itens mais caros vendidos na dark web — Foto: Divulgação/Agência Brasil

Vale destacar também o valor usado na venda de lotes de e-mails, muitos golpes de phishing e tentou de invasão. Os preços chegam a US$ 199,99 (cerca de R$ 1.010, em conversão podem direta). A seguir, confira estas dicas para evitar que seus dados sejam comercializados na dark web.

Como proteger e evitar dados de dados na dark web

1. Não clique em links suspeitos

Uma das táticas mais usadas para roubar dados é enviar mensagens de phishing por e-mail, aplicativos de mensagem ou redes sociais. Eles têm caráter de urgência e usam supostamente imperdíveis o resgate de brindes para o usuário que oferece seus dados, que são oferecidos para o benefício em questão. Também é comum que os dados pessoais verifiquem se passem por instituições governamentais ou bancárias, solicitando informações de pessoas pessoais e enviadas para atualização ou mesmo a autenticidade da conta de informações.

Por isso, é importante sempre desconfiar de envios com essas características. que o remetente da mensagem não identifique como uma empresa ou entidade natural compartilhe quaisquer dados. Vá primeiro ao site oficial do órgão ou companhia e fale com o atendimento ao cliente para se certificar de que a mensagem não é falsa.

E-mail falso enviado em nome do Twitter para aplicar golpe de phishing — Foto: Reprodução/Bleeding Computer

Outra forma de proteger é procurar por pequenos na mensagem, uma vez que os erros de comunicação por meio de mensagens são usados ​​para alterar os textos gramaticais. Em se tratar de e-mails, lembre-se também de observar o endereço do remetente com atenção: é comum que os golpistas usem domínios pouco usuais para enviar uma mensagem (@microsoft.biz em vez de @microsoft.com, por exemplo) .

2. Crie senhas fortes e troque-as periodicamente

Senhas grandes, com pelo menos oito caracteres, costumam ser mais fortes. Ao criar códigos, também é importante evitar erros, como nomes e letras que aparecem em sequência no teclado. As chaves indicadas são definidas como letras, letras e minúsculas e especiais.

Outra dica importante para dificultar o trabalho dos invasores conta é usar uma senha diferente para cada. Assim, mesmo, uma das quais possa ter acesso aos demais serviços.

Criação de senhas fortes dificuldades o trabalho dos invasores — Foto: Pond5

Se dificuldades para decorar todos os códigos, use um gerenciador de senhas, software capaz de gerar senhas fortes para diversas contas e guarda segura. O gerenciador ainda criptografado como informações, dificultando a descoberta das palavras-chave durante. Por fim, lembre-se de trocar suas senhas periodicamente.

3. Não salve dados bancários em navegadores

Embora mais seja prático as senhas salvas em deixar um navegador, essa atitude pode colocar seus dados em risco. Isso porque um hacker obteve acesso à máquina, poderá criptografar essas informações com muito mais facilidade. Por isso, prefira sempre digitar manualmente os códigos.

Usuário não deve salvar dados de cartão de crédito no navegador — Foto: Unsplash

Da mesma forma, não é recomendado salvar dados de cartões de crédito nos navegadores ou em lojas online. Se possível, opte por um cartão virtual temporário. Isso porque sua numeração de identificação e código de segurança podem ser usadas apenas uma vez, característica que evita golpes online.

4. Verifique como aplicativos de acessos ativos suas ligações celulares

É comum que aplicativos solicitem permissão para acessar recursos de telefone como agenda, localização, câmera microfone e armazenamento. Embora os acessos sejam realmente importantes no funcionamento do programa, alguns são bons para todos. Um editor de fotos, por exemplo, não precisa acessar sua lista de contatos.

Observe as permissões solicitadas por seus aplicativos — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo

Para evitar que aplicativos sigilosos sejam verificados como aplicativos de segurança de cada um. Caso algum deles tenha acesso aos recursos que não estão previstos com o papel do programa, desabilite uma permissão.

5. Ative a verificação de dois fatores

Além de criar uma senha forte, é recomendado ativar a verificação em duas etapas, recurso que adiciona uma camada extra de proteção à conta. Com isso, o sistema precisa confirmar não apenas a partir da inserção da palavra-chave correta, mas também por meio de um código enviado por e-mail ou disponibilizado em um aplicativo de autenticação, por exemplo. Assim, uma barreira e dificulta o acesso de crias à sua conta.

Verificação em duas etapas no WhatsApp — Foto: Aline Batista/TechTudo

6. Utilize o Serasa Premium

O Serasa possui um serviço que permite aos usuários rápidos seus dadosfraude e saber se eles vazaram na dark web. Por R$ 19,90 ao mês ou R$ 169,00 ao ano, assinantes do Serasa Premium podem acompanhar até cinco contas de e-mail, três números de celular e um passaporte. O sistema notifica o usuário caso alguém consulte seu CPF ou CNPJ e emite um alerta vazem na camada os dados da Internet. Para contratar o serviço, basta acessar “serasa.com.br/premium/darkweb” (sem aspas).

Personalização de dados pessoais/Serasa Fotoude

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