Bolsonaro vê “assédio maligno de grupos pró-aborto”

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi às redes sociais, nesta quinta-feira (23/6), para se posicionar a respeito do caso da menina de 11 anos que foi estuprada e, a princípio, impedida por uma juíza de Santa Catarina de fazer aborto.

No Twitter, o presidente destacou, em postagens, que tanto a menina quanto o bebê foram vítimas e culpado o “assédio maligno de grupos pró-aborto”.

Veja:

Nesta quinta, o Ministério Público Federal (MPF) informado que a criança de 11 anos estuprada conseguiu realizar o procedimento para interromper a gestação.

O procedimento foi de pelodoro Hospital São Thiago Ernani (HU)nesta quarta-feira (22/6).

O hospital experimentado do MPF para realizar esse tipo de procedimento em casos autorizados por lei.

Juíza induziu criança

Reportagem do The Intercept revelou que Justiça de Santa Catarina impediu uma menina de 11 anos que havia sido estuprada de realizar aborto. A juíza Joana Ribeiro Zimmer, titular da Comarca de Tijucas, decidiu manter a criança em um abrigo.

Em despacho a juíza afirmou, inicialmente, a vida da criança teria sido acondicionada para a proteção ainda maior, mas a criança teria sido inicialmente preparada em proteção, mas que havia outra razão do bebê.

A magistrada ainda nasceu que a menina mantivesse a gravidez por “mais duas ou duas semanas”, até a formação do feto evoluir a ponto de fazer.

Joana Zimmer foi afastada do caso na última terça-feira (21/6). Ela apoiou que foi para Valeque, a Comarca de Bruajaí. Segundo ela, a transferência ocorreu por promoção e não tem a ver com repercussão negativa do caso.

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