Valor da cesta básica já ultrapassa o salário mínimo em São Paulo

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A cesta básica atingiu R$ 1.226 em São Paulo e o valor excedente ou o salário mínimo. Veja os motivos e como está a situação no resto do país.

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

Uma pesquisa socioeconômica do Departamento de pesquisa E Estatística (Departamento Intereconômico São 1 pelo Estudo de Estatística) e Estudos que o valor médio da cesta básica aumentou 1,3% em comparação a abril26, em estudo 26, em R$. O preço ultrapassa o salário mínimo.

Os produtos que variam de acordo com a cesta básica e com o aumento da variação do preço das commodities, como o aumento das variações de preço e variação do dólar. As mercadorias de higiene pessoal e alimentação foram os que mais puxaram essa alta.

No período de inflação, a inflação dos itens acima de 12 meses, bem como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), registro oficial da inflação, inferior a 12%.

Alguns produtos, nesse tempo, mostraram grande alta: a batata subiu 70%, enquanto o café subiu mais de 95%.

Segundo economistas, essa situação pune, ainda mais, as pessoas que ganham menos. O poder de compra continua em queda significativa e tem maior impacto sobre as pessoas mais pobres.

A atualização é de correção sobre esses itens importantes. No entanto, o que se preocupa são os preços dos produtos ainda que encarecem toda a cadeia de produção,

Cesta básica no Brasil

Com base no mesmo estudo do Diesse, o preço médio da cesta básica é de R$ 663,29 no país. Esse valor corresponde a 55% do salário mínimo atual (R$ 1.212). É o maior percentual desde 2004. Naquele ano, a cesta básica consome 58%, o que equivale a R$ 150,52, em média, do salário mínimo de R$ 260.

A pesquisa de valor2 também que, nos anos de pesquisa2 e 018, a cesta básica consumiu o menor valor em relação ao salário. Em 2012, a cesta básica custa R$ 248,36 e o ​​salário mínimo era de R$ 622. Já em 2018, a cesta básica vale em média R$ 386,20 e o rendimento mensal era de R$ 954. A partir de 2019 , os valores chegaram a subir.

Dados fornecidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que os itens de alimentação e bebidas representam cerca de 20% do orçamento familiar. Para as famílias mais pobres, no entanto, a realidade é ainda pior: o custo com alimentação chega a 35% dos ganhos.

Diante desse cenário, o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia de Covid-19 no Brasil mostrou que existem 33,1 milhões de brasileiros em estado de fome. São 14 milhões a mais de pessoas em grupo2 alimentar grave em 202.

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Imagem: Janine Passos / shutterstock.com

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