Por Rafaella Barros

(Reuters) – Enquanto correm para as medidas de aprovação dos apresentados pelos distribuidores como os preços brasileiros, custos de custos de carbonização (CBios, o maior indicador desse item para os postos).

Os preços médios dos CB – os quais como distribuidores de compostos são obrigados pela lei a comprar conforme as metas de cada uma – atingiram um patamar de registro na primeira metade de junho, com a média na quinzena em 142,07 reais, segundo relatório do Itaú BBA divulgado na quarta-feira.

No acumulador do ano, o preço médio está em 98,46 reais, mais que o dobro dos 39,31 reais de 2021.

A tendência de alta renovou protestos da Federação Nacional de Distribuidores de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (BrasilCom), que já havia manifestado preocupações com a escalada dos CBios em março.

Para a BrasilCom, o ICMS para aliviar os custos, e alguma medida precisaria ser tomada.

“Como o governo busca para combater a solução dos preços das alternativas, uma redução nas mudanças de compra de CBios certamente, um custo integral das aquisições de CBios são repassados ​​aos preços da gasolina do diesel”, disse Sérgio Massillon, diretor institucional da federação.

A alta nos preços dos CBios chama a atenção porque, nos primeiros anos do programa, ela foi observada no final do ano, quando o distribuidor costumavam comprar maior quantidade para baterem suas metas.

Segundo dados do Itaú BBA, os volumes de CBios dos Distribuidores e que estão de posse como representam cerca de 55% da meta para o ano.

DISTRIBUIDORAS ADIANTAM COMPRAS

Plinio Nastari, CEO da consultoria Datagro, explica que as distribuidoras de combustíveis adiantados neste ano a compra de CBios de 2023.

Isso porque, para o ano que vem, não há previsão de resultado superavitário no mercado como em 2022.

“Neste ano de 2022, na nossa avaliação, o balanço de oferta e demanda de CBios ainda é superavitário em cerca de 6,3 milhões de CBios. Para 2023, já considerando o estoque de passagem de 6,3 milhões, a tendência é de equilíbrio. Ou seja, como o balanço vai ficar muito justo, pois o distribuidoras não querem ter surpresas”, disse Nastari.

Essa operação apertada entre e ainda está relacionada aos impactos da seca do ano passado – que afetou a produção de cana e de relação – somados à projeção de aumento das metas de aquisição compulsória de CBios.

Cada equivale a uma tonelada equivalente que deixa o setor de crédito na atmosfera, enquanto o etanol é o principal emissor de CBios, seguido pela indústria de biodiesel.

A BrasilCom estima que, em média, os custos com a aquisição de CBios sejam cerca de 0,10 reais por litro, tanto para a gasolina quanto para o diesel vendido nas bombas. A Datagro avalia que esse valor é de 0,14 real.

“Acaba sendo, sim, um custo para as distribuidoras, para o combustível fóssil. Mas é um efeito limitador, além de ser um elemento que caminha na direção da valorização do efeito positivo para o meio ambiente”, disse o consultor.

MINISTÉRIO PREPARA MUDANÇAS

Segundo o Ministério de Minas e Energia, a meta anual dos créditos deve passar dos atuais 35,98 milhões para 42,35 milhões em 2023, podendo chegar a 50,85 milhões. Os números mostram que a pressão sobre os métodos de ativação tende pela demanda compulsória.

Durante o seminário “A Energia do Futuro”, realizado na terça-feira pela consultoria StoneX, a coordenadora-geral do programa RenovaBio, Lorena Souza, disse que o ministério monitora semanalmente o mercado de CBios e que está finalizando a minuta da nova portaria que será publicada a partir da consulta pública.

Um dos principais objetivos da consulta é trazer mudanças que reduzem a intensidade da volatilidade dos preços e tragam maior previsibilidade aos distribuidores, como, por exemplo, por meio de contratos futuros.

“A principal mudança foi pensada para a gente estar propondo a inclusão de um dispositivo que é contrariar um ambiente que a CB define como foi proposto… o hedge, ou seja, essa proteção contra oscilações bruscas nos preços”, disse Lorena.

Paralelamente, há uma consulta das metas públicas de compra de redução de descarbonização distribuidoras de prazo, mediante aquisição de um meio de contratos de fornecimento de biocombustíveis por meio de contratos públicos de fornecimento de longo prazo.

Em nota-de-açú- da Indústria de Cana-de-Açú) afirmou que, de fato, (de Unica, ao contrário dos dois primeiros anos do RenovaBio) regular ao longo dos meses.

“Como o título é negociado da bolsa de valores, o médio segue a lógica do mercado da oferta e demanda…”, disse a entidade.

A Unica estima um resultado superavitário de CBios, ao final de 2022, maior que o projetado pela Datagro. A previsão da entidade é que o ano termina com aproximadamente 10 milhões de títulos.

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