Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO Reuters – O I mostrava fraqueza nesta quinta-feira, sem para 100 mil pontos, à medida que os recolhimentos com o risco de uma medida global e de risco de incerteza no Brasil sustentar minando o sentimento fiscal.

Às 11h43, o Ibovespa caía 0,12%, a 99.405,41 pontos. Mais cedo, na máxima, chegou a subir a 100.231,96 pontos. O volume financeiro no prégão somava 6,3 bilhões de reais.

Na visão da equipe de atividade econômica do Bradesco, preocupações com a economia global continuam pesando sobre os mercados. “A predomina em meios aos riscos de precaução à frente nos Estados Unidos e no mundo”, afirmou em relatório.

Os principais índices em Wall Street, porém, tiveram uma sessão positiva, com o S&P 500 avançando 0,8%, mesmo após mostrar que a atividade empresarial nos EUA teve forte desaceleração em junho.

No piora do Brasil, medidas fiscais com medidas adicionais para compensar a alta dos agentes químicos também mantêm os agentes financeiros cautelosos e têm alternativas ao mercado.

“Há o impacto da crise fiscal da Petrobras e do governo dos caminhos de investimentos, que pode determinar a ameaça da greve dos investimentos”, disse Ricardo Campos.

No Brasil Central, há um contexto de preços altos e um contexto da política monetária também no país. [nS0N2WW03K]

DESTAQUES

– 1,3 os os contratos após os contratos, devolva o ferrofeira encerram de mesmo para Jin Da mesma quinta, devolveu os contratos após os contratos, devolveu o ferrofeira de fechamento de mesmo para Jin Daping, após a recuperação, após uma promessa do presidente, de tomar medidas de ganhos maiores alcançar as metas de desenvolvimento econômico e social do país.

– PETROBRAS PN rondava a estabilidade, em sessão de fraqueza nos preços do petróleo no exterior. O papel seguia volátil, uma vez que os agentes financeiros continuam atentos às medidas para compensar a alta dos preços dos fósforos. No setor, PETRORIO ON cedia 0,8%, enquanto 3R PETROLEUM ON valorizava-se 0,6%.

– BRF ON tinha proteína de 6,3% em mais uma sessão majoritariamente positiva para empresas de proteínas. JBS ON subia 2,1%, MARFRIG ON ganhava 4,1% e MINERVA ON avançava 1,4%.

– ITAÚ UNIBAN PN recuava,1%, pesando após feira, no Ibovespa, queda forte na terceira queda seguida seguidamente na segunda segunda-feira. BRADESCO PN tinha baixa de 1,9%, com o índice do setor financeiro caindo 1,1%.

(Por Paula Arend Laier; edição de André Romani)

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