Crédito: REUTERS/Lee Jae-Won

Às 9h07 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,54%, a R$ 5,2070 na venda (Crédito: REUTERS/Lee Jae-Won)

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar avançava e chegou a superar 5,20 reais nesta quinta-feira, com investidores à espera de mais uma audiência do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso dos Estados Unidos, enquanto temores sobre e riscos fiscais impossíveis no radar

Os Investidores também ajustaram o presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Imprensa Campos Neto, que dará entrevistas ao diretor das entrevistas a partir de 11h (de Brasília) sobre a condução da política política, acompanhando o novo diretor da política econômica, Diogo Guillen.

Às 9h57 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,01%, a 5.1794 reais na venda. Mais cedo, a divisão chegou a 0,69%, a 5,2148 reais, o que ganharia equivalente ao seu maior patamar para este ano (5,2195 reais).

Na B3, às 9h57 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de vencimento caiu 0,35%, a 5,1910 reais.

“O destaque da manhã fica, uma vez mais, para uma nova rodada de queda nas commodities, com fechamento de taxa de juros e dólar forte”, disse no blog Dan Kawa, diretor de investimentos da TAG, sobre o comportamento dos mercados internacionais nesta manhã. “A economia desaceleração econômica e da eventualidade continuar a dominar o curto prazo.”

Os tempos da atividade do mundo estão a avançar para uma contração da atividade ganharam força que o banco central dos Estados Unidos elevou sua taxa básica de juros no ritmo mais intenso 1994 na semana passada em 0,75 ponto percentual, já que os custos de revisão mais altos verificados os gastos do consumidor.

Em buscas de pistas sobre os próximos passos da política norte-americana, investidores orientados para a política de busca ao segundo dia de depoimentos de Powell dos EUA. Previamente o sinal Fed e o comprometimento do mundo.

No Brasil, enquanto aguardavam as sinalizações de Campos Neto sobre a trajetória da taxa Selic –atualmente em 13,25%, com a maior parte dos mercados apostando numa maior extensão para 13,75% no encontro de agosto do Comitê de Política Monetária (Copo) – investidores monitoravam com cautela o noticiário político-fiscal.

Como as iniciativas do governo criam para um auxílio aos caminhosneiros e ampliem o vale-gás a famílias de baixa renda neste ano, por exemplo, levantem um elemento eleitoral sobre qual será o impacto nos cofres públicos, num momento de aperto nas contas da União. Kawa, da Tag disse que esse tipo de discussão “pode continuar a continuar, e a curvatura longa de juros, dada a perspectiva de piora fiscal”.

Agravava o sentimento local a prisão na véspera do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro no âmbito de uma operação da Polícia Federal, que tem forte impacto político e potencial de atingir a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

Na véspera, a divisão norte-americana à vista subiu 0,50%, a 5.1791 reais na venda.

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