Esses aumentos foram causados ​​pela compra de energia durante a crise hídrica. Saiba mais!

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Foram aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os reajustes nas bandeiras tarifárias que representam adicionais nas contas de luz conforme o cenário de geração de energia do país. Em vigor atualmente, a bandeira verde não gera aumento para o consumidor.

A proposta aprovada para determinar o aumento de 59,5% para a bandeira amarela, 63,7% para a bandeira vermelha – patamar 1 e 3,2% para a bandeira vermelha – patamar 2.

Esses aumentos foram devidos à compra de energia durante uma crise hídrica, devido à geração de energia termoelétrica contando com aumento nos preços dos combustíveis e dos altos custos.

Bandeiras tarifárias antes do reajuste

Esses os valores das bandeiras tarifárias antes da mudança realizada pela Aneel:

  • Verde: sem custo adicional.
  • Amarela: R$ 1,87 a cada 100 kWh.
  • Vermelha: patamar 1, R$ 3,97 a cada 100 kWh e patamar 2, R$ 9,49 a cada 100 kWh.

Bandeiras tarifárias depois do reajuste

Esses são os valores das bandeiras tarifárias após o reajuste da Aneel:

  • Verde: sem custo adicional.
  • Amarela: R$ 2,99 a cada 100 kWh.
  • Vermelha: patamar 1, R$ 6,50 a cada 100 kWh e patamar 2, R$ 9,79 a cada 100 kWh.

A bandeira verde, em vigor maio, deve permanecer durante os próximos meses, de acordo com o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

Além disso, segundo diretores da Aneel, os reajustes dos valores imediatos não significam a aplicação, uma vez que as bandeiras tarifárias são mensais da agência reguladora. Ou seja, mesmo que sejam válidos a partir de julho, não são aplicáveis ​​a partir de julho.

Embora os novos valores estejam abaixo, os valores estão abaixo da “Escassez ainda o país durante o período.

Alguns distribuidores de chegaram a sugerir a criação de uma bandeira ser aplicadas em situações extremas. No entanto, por ou, a Agência optou por revisar apenas os valores já conhecidos.

Brasil paga a segunda maior conta de energia do mundo

Um levantamento realizado pela Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace) indicou que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking das contas de luz mais caras do mundo.

Impostos, taxas e encarecimentos são os grandes responsáveis ​​pelo pagamento da conta de energia elétrica. Conforme os dados divulgados, só nos primeiros meses do ano, os brasileiros são R$ 35,8 bilhões de impostos e anos.

A associação destinada ainda a pagar por 2% do orçamento, familiar é a gasolina, serviços.

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Imagem: lovelyday12 / Shutterstock.com