Produção de cacau em Medicilândia
Cacaueiro familiar sofre com preços baixos da amêndoa (Imagem: REUTERS/Marcelo Texeira)

Do início de maio a hoje, o cacau saiu da casa dos US$ 2,7 mil a tonelada para os US$ 2,370 mil cotado nesta quinta (23) em Nova York. Na comparação anual, o tombo para o cacaueiro chegou entre 40% e 50%.

Enquanto o produtor “incapacitado” se lembra, o trader e analista Adilsons, os preços mais recentes dos chocolates, os preços mais recentes dos chocolates “fugindo” dos supermercados, segundo o Conteúdo do Estadãosão resquícios de 2021.

“Outro parêntese: e outro não só da matéria-prima – cara o ano passado, mas porque os “colateiros” são preços dos preços mais altos”. Por @, Reis calcula em perda de R$ 100 de um ano para outro na porta das propriedades, a maior parte de agricultura familiar na Bahia.

Em linha, a amêndoa e, ainda, a manteiga, o licor e o pó de 2021 estão sendo repassados ​​agora, “pegando uma população sem renda”.

“Os contratos de longo prazo, também são contratados e explica o editor do site longo Mercado do Cacau.

Como os volumes adquiridos foram grandes, inclusive os importados, e o consumo não e há uma sobra na praça.

Daí, Nova York despenca, anulando totalmente o viés de alta que deveria estar tendo com produção global menor, em torno de 6%, incluindo a brasileira em “crise severa”.

Crise ampliada pelos preços dos fabricantes de cacau para produção, sem qual a relação de troca de regiões ainda inviável aos produtores baianos e paraenses, entre as principais produtoras brasileiras.

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