A liminar aponta que o banco digital tem 48 horas para parar de oferecer multa consignado aos usuários sob pena de diária no valor de R$ 100 mil. Saiba mais.

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O Banco C6 foi punido pela Justiça e está proibido de realizar Financeiro consignados em todo Brasil. A determinação é mantida até que seja apresentada um plano de ação antifraude que faça o banco parar de conceder crédito sem autorização do consumidor.

Divulgada ontem (22) pela 25ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, uma liminar aponta que o banco digital tem 48 horas para parar de oferecer comparando consignado aos cidadãos sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil, limitada a R$ 36,5 milhões.

Ainda de acordo com a liminar, em situações ocorridas, foi possível observar que a mensagem enviada pelo C6 Bank aos consumidores pedia uma tipo “ie” para que o contrato fosse assinado. Para a Justiça, uma selfie não pode ser confundida com assinatura “por meio eletrônico com uso de senha personalíssima”.

C6 Banco concedido financeiro consignado sem autorização dos clientes

Segundo a advogada Lillian Salgado, presidente do Comitê Técnico do Instituto Defesa Coletiva, o C6 Bank decidiu usar a maneira como prática abusiva de concessão de concessão foi adotada.

Lillian aponta também parte das vítimas da ação nunca feita a banco são idosos, que mantêm com a instituição.

“Essa ação foi ajuizada em 02020 e já estava proibido de fornecer financeira sem banco autorizado pelo consumidor. Contudo, passados ​​dois anos C6 Bank, o Banco C6 ainda confirmou o Tribunal de Justiça de Defesa do Consumidor de Minas, confirmado pelo Tribunal de Justiça de Defesa do Consumidor, e como não há reclamação do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor aumentou. Há reclamações de reclamações contra esse banco, o que levou o juiz a uma medida de concessão de qualquer mais consignado”explica a advogada.

Juiz diz que pode rever em seis meses a decisão que condena C6 Bank

Segundo a decisão a exemplo do comitê, a decisão é apresentada e trazida como direito de milhares de pessoas além de sertida a outros Bancos que ignoram as determinações.

O juiz, o juiz, diz que pode ser determinado em seis meses rever o que foi determinado em seis meses, o que foi determinado em rever, o que foi determinado em um cronograma com medidas adicionais C6 e concretos com objetivo de implementar uma implementação da que impediria a apresentação de um caso de autorização sem autorização do cidadão.

“Ressalvo a possibilidade de eventual revisão desta decisão […] desde que transcorrido o prazo de 6 meses, e o Réu venha a apresentar o plano de antifraude para ser implementado internamente, com início planejado, que incluiu uma adoção de medidas concretas a serem planejadas, e posteriormente planejadas, a serem implementadas a cumprir a decisão […]bem como a elevar e qualificar objetivamente os mecanismos de prevenção, controle e segurança a concessão de crédito consignado no mercado”afirmou o juiz.

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com