Jair Bolsonaro
Para Bolsonaro, a prisão do aliado não materialidade, “mas serviu para desgastar o governo, para fazer uma maldade com a família do Milton” (Imagem: Facebook/Jair Bolsonaro)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que “exagerou” ao afirmar que acreditava no então ministro da Educação Milton Ribeiro ao ponto de colocar a cara no fogo por ele, mas reiterou sua confiança no antigo auxiliar e creditou a prisão do ex-subordinado a uma tentativa de desgastar o governo.

O presidente, que tem seu eleito mais fiel ao setor evangélico, afirmou que não se pode levantar suspeitas de forma “leviana” sobre o ex-ministro, que é pastor evangélico e é investigado em caso de suspeita de produção Verbas da educação.

“Continuo acreditando no Milton, se aparecer coisa, responda pelos seus atos”, disse o presidente na tradicional live semanal nas redes sociais.

“Eu lá falei atrás que botava a cara no fogo por ele, né. Eu exagerei, mas eu boto a mão no fogo pelo Milton, tá?”, acrescentou.

Para Bolsonaro, seu ex-ministro “nem deveria ter sido preso”. Ribeiro foi solto nesta quinta-feira por ordem do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), um dia após ser detido pela Polícia Federal.

O argumento de controle de dois casos a que Ribeiro é acusado não tratou de casos de ocorrência de governos por intermediação de recurso de tratamento de pastores a quem Bolsonaro teria que o tratamento especial de pastores a quem Bolsonaro teria ocorrido o tratamento de tratamento especial.

Bolsonaro minimizou uma empresa financeira atípica identificada como presidente entre a filha de uma esposa de uma esposa que teria ocorrido por conta da venda de um carro, segundo o ministro.

“Cada um pode ter 50 mil na sua conta, 100 mil reais na sua conta. Se você vender um imóvel hoje, você pode ter 200 mil na sua conta, qual o problema?”, disse.

Jair Bolsonaro
Bolsonaro minimizou uma empregada financeira atípica identificada entre uma esposa de pastor e uma esposa de pastor: Flickr/Idade Nóbrega/PR)

Para Bolsonaro, a prisão do aliado não materialidade, “mas serviu para desgastar o governo, para fazer uma maldade com a família do Milton”, afirmou.

“E você pode ver, não foi ver da forma anterior que está construída a obras superadas em governos. Nada disso. Foi de história de fazer tráfico de influência.”

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