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O Santander estima crescimento real – descontada a inflação – de 2,0% da arrecadação federal em 2022 ante 2021 (Imagem: REUTERS/Kacper Pempel)

A arrecadação federal de R$ 165.333 bilhões registrados em maio representa um crescimento de 0,7% na comparação com abril, de acordo com o ajuste sazonal do Santander Brasil (SANB11).

O montante ficou em linha com a mediana da pesquisa Transmissão de Projeçõesde R$ 163,60 bilhões.

Na média móvel trimestral contas dessazonizada, a arrecadação federal tem crescido 2,0% em maio, nas do analista.

Mas a medida da arrecadação, pelo grupo dos números como banco – que a medida extraordinária de abril – avançou 4,1% na comparação interanual, em relação à economia de alta contabilizada de 788% em relação à alta de abril.

“Nos próximos meses, continuamos a esperar os resultados positivos para a arrecadação federal, mas com a desaceleração do crescimento mensal, considerando o impacto da inflação durante o segundo trimestre (acreditamos que o pico do IPCA ficou para trás) e números modestos de atividade”, escreve o economista do Santander Ítalo Franca, em relatório.

O Santander estima um crescimento real na inflação – bilhões de 2,0% da arrecadação federal em 202, já levando em conta uma renúncia de R$ 6,05 com as desonerações concedidas pelo governo federal.

A redução de PIS, Caixões e Cide sobre a gasolina e o etanol pode implicar em uma perda adicional de R$ 40 bilhões, que, na prática, zeraria o ganho previsto para as receitas.

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