O fim do relacionamento da princesa Diana com príncipe Charles não foi conturbado apenas para o casal e a rainha Elizabeth. O biógrafo real Robert Jobson afirma que os filhos do casal foram os mais afetados pela separação, principalmente o primogênito, William, futuro rei da Inglaterra.

Responsável pela biografia William at 40: The making of a modern monarch (William aos 40: A formação de um monarca moderno, em português), Robert detalha a vida dos irmãos durante momentos marcantes de suas vidas: o divórcio dos pais e a morte da mãe. Segundo o especialista, William foi o mais afetado pela vida conturbada da realeza.

Ainda que novo, seu destino era certo e o duque já era o segundo na linha de sucessão ao trono da Inglaterra e, devido à responsabilidade imposta, Diana viu no filho uma espécie de confidente. Lady Di o chamava de “homem da minha vida”. William se tornou seu protetor e confidente.

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Diana e Charles se separaram em 1992, mas o divórcio só saiu quatro anos depois disso. Nesse período, a vida princesa era amplamente explorada por tabloides do mundo inteiro, o que afetava ainda mais a vida dos filhos.

Robert conta que o duque de Cambridge absorveu a maior parcela da pressão gerada pelo dramático processo.

Na época, entre a infância e a adolescência, era a William quem Diana socorria quando precisava desabafar. Na livro biográfico, o especialista relata ligações de Lady Di para o primogênito em meio a crises de choro enquanto ele estudava em um colégio interno.

Com a separação concluída judicialmente e sem o título de “sua alteza real”, William envolveu Diana em seus braços e prometeu: “Não se preocupe, mamãe, vou devolver seu título um dia, quando for rei”.

Responsabilidade precoce

Desde muito novo, o tratamento de Harry e William apresentava diferenças entre a família real. Robert Jobson esmiúça isso em seu livro ao contar que o herdeiro da coroa era constantemente chamado pela avó, rainha Elizabeth, para se sentar ao seu lado em reuniões da realeza e também para visitá-la em sua residência, sem a companhia de Harry.

Até a própria Diana tratava os garotos de forma distinta. Enquanto William era encarregado das reponsabilidades, Harry era encorajado a praticar suas conhecidas “travessuras”. O caçula sempre foi travesso e Lady Di era a principal espectadora do filho, do qual, segundo Robert, ela ria das brincadeiras e tinha o hábito de contar piadas.

Robert Jobson conclui em sua obra que ambos tiveram suas personalidades forjadas pelos doloroso processo de divórcio de Charles e Diana e, mais tarde, pela dor da morte trágica de Lady Di.

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