Tentativas de golpes do Pix têm alta de mais de 350% em abril e maio

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O número de meses de tentativas de golpes do Pix contra brasileiros chegou a cerca de 424 mil em abril e maio de 2022, o que corresponde a um aumento de mais de 350% com relação de março e março. pelo levantamentouma empresa de cibersegurança PSafe estima que houve mais de quatro ataques fraudulentos por minuto no período.

“Isso corresponde a quase sete mil tentativas de golpe com este tema por dia, mais de 280 por hora e quatro por somente entre os meses de abril e maio”, diz o executivo-chefe de PSafe, Emílio Simoni. “E podemos ver que exploram financeiramente é uma tendência entre os ciberminosos, pois o mesmo crescimento é sustentável em geral com os golpes financeiros.”

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Boa parte das tentativas de golpes do Pix verificadas pelo PSafe tratam-se de ataques de ataques phishing. Não é raro, segundo Simoni, como pessoas extraordinárias e até mesmo ligações em que o golpista informa, como número de CPF e nomes de dados pessoais.

“Muito provavelmente eles tiveram acesso a um banco de dados vazados na rede profunda e utilizam isso para parecer que aquele é oficial de alguma empresa em que a vítima tem cadastro”, declarada.

Só nos cinco primeiros, a PSa, mais de 2 milhões de comparação de 3,4 meses em comparação com mais de 2,4 milhões de anos, ao mesmo período de 2,2 milhões de anos, em comparação com 2,2 milhões de anos, uma alta de 54%. Já em 2022, foram 424 mil verificações em abril e maio contra 92 mil em fevereiro e março.

Captura de tela de site falso oferecendo saque de Pix
Reprodução/PSafe

Risco em golpes envolve clonagem de cartões e abertura de contas sem autorização

O principal perigo nos golpes do Pix, de acordo com o PSafe, é que os cibercriminosos ganham acesso a uma série de dados. Com isso, é possível clonar cartões de créditoserviços, contratos e outros contratos, contratos e outros contratos. Além disso, a vítima pode ser induzida a baixar malwares, o que pode fazer com que os golpistas assumam o controle de seus dispositivos.

“Sem controle, eles [os criminosos] podem acessar aplicativos de banco e realizar transações bancárias”, diz Simoni. “Temos ainda casos de muitas pessoas que tiveram suas redes invadidas e os golpistas, passando-se pela vítima, falsamente publicando produtos à venda, solicitando pagamento adiantado.”

Para evitar cair nesse tipo de golpe, o PSafe recomenda que, ao fazer um Pix, os consumidores cadastrem a contadora no aplicativo de seu banco para evitar movimentações para chaves seguras. Além disso, evite clicar em links para realizar downloads e, caso precisem receber o Pix de uma pessoa desconhecida, enviem uma chave aleatória.

Crédito da imagem principal: ADVTP/Shutterstock

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