A falta de barras de chocolate nas prateleiras atingiu o patamar de 20%, maior indisponibilidade desde 2020, quando o índice atingiu 17,8% (Imagem: Pixabay/jackmac34)

Os preços mais altos têm feito os supermercados apostarem menos na reposição de itens não essenciais. No mês de maio, a indisponibilidade de chocolates Fotografiau nas gôndolas e venda dessa categoria de produtos.

A falta de barras de chocolate nas prateleiras atingiu o patamar de 20%, maior indisponibilidade desde 2020, quando o índice atingiu 17,8%.

Em abril, o indicador estava disponível em 11,1%. Os dados são do Índice de Ruptura da Neogrid, que consideram os dados de cerca de 80% das maiores redes supermercadistas do Brasil.

Ainda de acordo com o indicador da Neogrid, a venda média de unidades registradas o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Por questões contratuais, no entanto, a Neogrid não divulga números absolutos de estoque e venda.

Para o diretor de Sucesso da Neogrid, Robson Munhoz, com a varejo e embate indústria e para que o custo da produção não seja repassado aos itens nas gôndolas, as empresas vêm trabalhando com estoques cada vez menores e repondo menos clientes entre os menores produtos de indulgência, aqueles que os consumidores compram para se apresentar.

“O supermercado está abastecido, menos baixo e, tirando o efeito quando o mês seguinte ao evento seguinte, agora o fato é uma redução de estoque e de venda – o varejo compra menos chocolate porque você acredita que venderia menos em virtude do aumento do preço e da dificuldade de dinheiro do consumidor no supermercado”, afirma Munhoz.

E completa: “Com menor poder de compra e produtos mais caros, o consumidor não vai praticar indulgência consigo: vai comprar aquilo que é básico.”

Em maio, a Horus – empresa de mercado da Neogrid – descoberta retração na descoberta de chocolate mêsons de compra em relação ao anterior.

Em abril, mês da Páscoa, o chocolate esteve presente em 14% dos carrinhos de compras, enquanto em maio essa proporção caiu para 9,5%, derrubando também o tíquete médio em 43% e o número médio de unidades de 2,7 para 2 ,1. Nos 12 meses entre junho de 2021 e maio de 2022, segundo a Horus, o preço médio do chocolate aumentou 22,7%.

Não ano de 2022, o IPCA acumula alta de 4,78% e, nos últimos 12 meses, de 11,73%.

A ruptura geral das categorias em maio ficou em 11,5%, pouco acima dos 10,8% registrados em abril e também em março. Estoque e venda geral quase não se altera em relação a abril – mês que registrou o menor estoque desde o começo, em 2020

“O estoque segue baixo, e o continua se vendo obrigado a negociar com uma indústria, que ainda repassa o aumento de preço por conta do aumento de insumos”, o diretor da Neogrid. Com isso, afirma, “essa negociação vai ficar mais dura e acirrada e competitiva”.

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