Campanha e aliados de Bolsonaro definem tom para lidar com prisão de ex-ministro

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Campanha e aliados de Bolsonaro definem tom para lidar com prisão de ex-ministro

Presidente Jair Bolsonaro ao lado de Milton Ribeiro durante cerimônia no Palácio do Planalto

Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) – A declaração do presidente Jair Bolsonaro de lamentar a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro pela Polícia Federal nesta quarta-feira, mas destacar que o ex-auxiliar responderá por seus atos caso tenha feito algo de errado deu o tom de como a pré-campanha presidencial e aliados do lidarão com o caso.

Nesta manhã, uma fonte da pré-campanha afirmou que Bolsonaro já deu a linha de atuação, dizendo que o caso está sendo investigado, que há possibilidade de Ribeiro ser inocente e que a Polícia Federal trabalha de forma independente. Apesar disso, essa campanha de Bolsonaro o desgaste para a reeleição

“É como a questão do Milton, lamento. A imprensa vai dizer que está ligado a mim, etc. Paciência. Se tiver algo de errado, ele vai responder. Se tiver.. Se for inocente, sem problema. Se Bolsonaro, vai pagar”, disse Bolsonaro, em entrevista à Rádio Itatiaia, ao destacar que o governo não compactua com irregularidades.

Na mesma linha, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente, usou discurso similar ao comentar o caso. “Sobre o caso de Milton Ribeiro, essa é a prova de que têm total autonomia e não são barradas pelo governo, como a esquerda afirma”, disse.

“E sigo o que o Presidente @jairbolsonaro semper pregou e continua seguindo: se algo fez, que pague por isso”, acrescentou ele, no Twitter.

O líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), destacou, por meio da mesma rede social, que é preciso aguardar a conclusão das apurações. “Muitos que foram presos, hoje estão inocentados após conclusão das pesquisas. Espero que seja esse o caso do reverendo Milton Ribeiro”, disse.

O ministro da Educação e ex-secretário-executivo da massa na época ou desvio real traçado, também destacando que segue ou “Vencedor da realidade traçado”, e disse que não compacta com qualquer irregularidade ou desvio nos fatos, e disse que, se ocorrer, foi de “forma velada”. Repetindo o que disse o presidente, Godoy afirmou que, se comprovadamente a culpa de quem quer que seja, que responda pelos seus atos.

DESGASTE

A fonte recorrente à pré-campo da reeleição de Bolsonaro foi identificada que o caso mais gera na empreitada. Essa alta fonte, num momento da inflação já será necessária em avaliação que a alta fonte, num combate à inflação já será necessária na avaliação que enfrentará com um fato que atingirá uma bandeira combatente à altura, semper levantado.

A colocação do mensalão e o caso da Lava Jato serão avaliados.

O Parlamento da oposição já falará em ressuscitar um pedido de CPI sobre irregularidades no balcão da Educação e querem o Ministério Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), apontado como o epicentro também do claro de uma pasta de negócios montado na pasta para entrega de verbas a prefeituras.

Ainda assim, a fonte disse que, apesar da operação que a fonte do caso, tem uma fonte de governo.

Em março, época em que ministrou como denúncia em torno da atuação de Ribeiro no ministério, e antes do que fizeram então estabelecer uma de suas transmissões semanais nas redes sociais que colocaria a “cara no fogo” por Ribeiro.

“O Milton –é coisa rara o que eu vou falar aqui– eu boto a minha cara no fogo pelo Milton, minha cara toda no fogo pelo Milton. Estão fazendo uma covardia com ele”, disse o presidente na ocasião.

Dias depois da manifestação de confiança de Bolsonaro, Ribeiro solicitou a missão da carga na esteira da des que apontavam para a existência de um balcão de negócios na massa, para a intermediação de pastores evangélicos, para a entrega de recursos do ministério para as prefeituras.

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