BTG Pactual BPAC11
Units do B últimoTG chegaram ao cair 15% no mês, um bom ponto de entrada (Imagem: Money Times/ Diana Cheng)

A queda no mercado de ações fez com que uma parcela de investidores começasse a duvidar da boa performance dos Bancos brasileiros no primeiro trimestre do ano.

O medo fez com que alguns papéis fossem penalizados. Não faça caso BTG Pactual (BPAC11), as unidades da instituição, compostas por uma ação ordinária e duas preferências, chegaram a cair 15%, um bom ponto de entrada, afirma o Itaú BBA.

A instituição reforçou a forma de superar (desempenho esperado acima da média do mercado) justo para os papéis, com estimado ao fim de preço 2022 de R$ 35, pois entende que o banco vai resultados sólidos na próxima temporada. A cifra embute uma alta potencial de 53,3% sobre os R$ 22,83 com que o papel fechou nesta quarta-feira (22).

“Esperamos que os resultados do segundo trimestre de 2022 do BTG mitiguem o medo de que o primeiro trimestre foi anormalmente forte ou que o orientação de aproximadamente 20% do ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) para 2022 está sob risco”, comentam os analistas Pedro Leduc, Mateus Raffaelli e William Barranjard, em relatório divulgado nesta quarta-feira (22).

As unidades do BTG dispararam 5,55% hoje, a R$ 22,83, após a divulgação do relatório.

2T22

A tese de investimento do BBA para o BTG sugere um lucro líquido trimestral de R$ 2, alta de 18% sem comparação anual. O tempo de análise espera que a companhia reporte crescimento sequencial de receita em todas as suas unidades de negócio.

A divisão de Investimento bancário deve reportar receitas na ordem de R$ 400 milhões, com uma atividade de renda fixa mitigando os efeitos negativos do mercado de ações.

Nenhum segmento de Banco Corporativocomo as receitas estimadas são de aproximadamente R$ 850 milhões, o que implica um crescimento em torno de 30% na comparação anual.

Para a divisão de Gestão de ativosBBA estima receitas em R$ 340 milhões, alta de 27% na comparação ano a ano, enquanto Sales & Trading deve reportar um montante de R$ 1,2 bilhão (já conservadores, na opinião dos analistas).

Em Gestão de patrimônio, o BTG deve reportar um crescimento anual de 64% de receita, a R$ 616 milhões, avalia o BBA. De acordo com a instituição, o banco deve ser capaz de gerar um colheita de receita líquida de aproximadamente 50 pontos-base, acima de 43 pontos-base registrados em 2021.

O BBA afirma que a divisão de Wealth Management, representa apenas 15% das receitas, tem um papel fundamental nos múltiplos de avaliação. A unidade pode escalar em um grande mercado endereçável, diz a instituição.

“Outro conjunto de bons resultados dessa divisão garantiria a qualidade dos produtos e serviços do BTG e os acordos assertivos da IFA”, completa.

Na BBA, o segmento de Wealth Management será o destaque positivo da avaliação dos resultados do BTG, contrastando com uma indústria.

Esperando que os Índices atuais da Basileia cresçam 15% sem, a instituição. Segundo os analistas, uma melhora naturalmente por uma vida de ROE saudável, desaceleração de crescimento da carteira de crédito e aquisições de ativos em participação.

O BBA também não vê necessidade de o BTG voltar ao patamar da pandemia, quando o Índice de Basileia estava em 16-18%.

“Esses mecanismos de segurança foram ajustados para garantir a turbulência dos mercados, tanto quanto um de quanto para a cirurgia do mercado”, em Le, Raffelli e Barra.

O BTG continua sendo a principal escolha de crescimento no setor financeiro do BBA para a próxima temporada de resultados e no ano.

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