Assistente social tem sua primeira filha aos 56 anos

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A gravidez é almejada por várias mulheres, mas conforme cresce a idade da pretendente, aumenta-se os riscos ou se torna menos provável a este sonho. Essa dificuldade que acontece a mulher vai envelhecer a quantidade de óvulos, porque vai acontecer, o que pode impedir que a fecundação aconteça. Mas todos esses problemas não tiraram a vontade de ser mãe dessa assistente social.

Depois de nove meses de gestação, a pequena Beatriz veio ao mundo, na quinta-feira. A menina nasceu em uma maternidade em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. E sua mãe é a assistente social Andrea de Cássia Almeida.

O curioso sobre essa história é que o assistente social decidiu tornar-se mãe quando já na menopausa. Ela conseguiu realizar o seu sonho aos 56 anos.

Sonho

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“É um sonho de uma vida que estou realizando. Ainda estamos em processo de reabilitação da cirurgia. Não posso me levantar, por causa do resguardo, mas está tudo ótimo”, disse o assistente social.

Como pontuou o obstetra Hemmerson Magioni, que foi um dos responsáveis ​​pelo parto, a gravidez em mulheres com mais de 50 anos é uma coisa rara. “Quando o desejo de ter um filho surgiu, ela já estava na menopausa já não menstruava, não era fértil”, disse ele.

Mesmo com os riscos, Hemmerson disse que o assistente social recebeu todos os cuidados preventivos para que sua gravidez fosse saudável. E como a própria Andrea disse, a gestação foi “extremamente tranquila” e que ela não teve nem os enjoos.

O momento que um assistente social escolheu para ter sua filha é o que ela chama de “o mais interessante” e “com a pessoa certa”. “Estou vivendo o momento mais interessante da minha vida. Já passei por várias etapas, pude me consolidar profissionalmente e, agora, com a pessoa certa, quero viver essa plenitude em família”, pontuou.

Gravidez

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Em 2020, ela começou o processo de fertilização in vitro em uma clínica de Salvador. O tratamento é fecundação em útero de um óvulo doado com o espermatozóide do marido, dessa forma, é possível criar o embrião que depois será transferido para o útero do útero mãe.

Segundo o médico, depois da 12ª semana de gestação, um assistente social já não precisa de usar reposição hormonal para que sua gravidez continue. Isso porque a placenta todas as funções.

“É uma emoção ver a capacidade do corpo da mulher de se transformar para gerar a vida. Estamos felizes, porque é um caso raro e desperta: é uma história inspirada para mulheres acima dos 40 anos que têm o sonho de ter filhos“, contorno ele.

Depois de viver esse sonho, Andrea, que ainda está em resguardo, já pensa em dar uma companhia para sua primeira filha. A assistente social ainda tem um congelado e planeja sua segunda gravidez.

“Hoje temos nossa medicina avançada, que nos permite realizar sonhos”, concluiu ela.

Mães

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No mundo em que há mais de uma vez as mulheres estão pensando em filhos mais velhos, e com o avanço da medicina, a gravidez de uma realidade. A gravidez após a menopausa é complicada e rara, mas não impossível, como demonstrou Andrea.

Mas além da assistente social, outras mulheres também podem ser por exemplo as mães mais velhas, Omi Panwar. Ela e seu marido já filhas adultas, mas tinham um filho homem. Então, em 2008, Omkari virou um mãe mais velha do mundo quando deu à luz gêmeos aos 70 anos de idade.

Além dela, a segunda mulher mais velha a dar à luz foi Rajo Devi Lohan. Ela foi mãe aos 69 anos e em sua gravidez várias complicações. Ela teve uma ruptura do útero e fez uma hemorragia interna e também teve uma cirurgia para remover um cisto do seu ovário. Felizmente, a mãe conseguirá sobreviver.

Fonte: G1, Top 10mais

Imagens: G1, Top 10mais

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