PF aposta em modelo 3D para mortes de Bruno e Dom

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O Instituto Nacional de Criminalística (INC), da Polícia Federal, trabalha em um modelo 3D da cena do crime que vitimou, no início deste mês, na Amazônia, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips. Elaborado com base de escaneamento do local onde os corpos foram encontrados, o modelo tenta os resultados dos acontecimentos.

Um exame de antropologia para as mortes de Bruno e Dom ea que antropologia para os tiros foram feitos, tem previsão de ficar pronto na próxima semana. O laudo do local, que agrega todas as provas à precisão, no entanto, deve demorar no mínimo 30 dias para ser concluído, em razão de seu nível de detalhamento.

O documento, 3D, como relacionado com a possibilidade de desenvolvimento de três pesquisadores que testará os vídeos possíveis para o envolvimento no duplo da Costa Oliveira, conhecido como “o documento, que pode ser projetado para projetos em 3D”; Oseney Oliveira, o “Dos Santos”; eferson Lima, o “Pelado da Dinha”, além das cinco pessoas que terão corpos de Bruno e Dom Vale do Javari, no Amazonas. O pescador Pelado entrou em antes de iniciar informações aos investigadores (mais informações nesta página).

O diretor do INC, Ricardo Guanaes Cosso, disse que o barco usado por Bruno e Dom, encontrado no domingo passado, 19, a 20 metros de profundidade no Rio Itaquaí, também será levado “para dentro” do laudo completo sobre o caso. Peritos de Brasília hoje para o Amazonas para realizar o trabalho de campo no local do crime, inclusive com o escaneamento da viagem.

“Tudo, tanto os corpos, o local do crime todo, o local central onde foram encontrados os corpos, e como adjacências, a gente se transforma em um modelo 3D”, afirmou Cosso. “Então a gente consegue estudar a cena do crime. Praticamente, a gente consegue entrar na cena do crime virtualmente. Com óculos e tudo.”

Detalhes

Segundo o diretor do INC, o escaneamento 3D preserva digitalmente o local e permite estudar mais detalhadamente a dinâmica dos acontecimentos. “É tão detalhista que, se você põe um óculos 3D, é como se você estivesse na cena de novo. Inclusive se você quiser alguma coisa, olhar alguma coisa que você possa ver na hora, visualmente não possa medir algo ou algo variável que não tenha sido observado”, disse Cosso.

Com o estudo antropológico forense, que deve confirmar imediatamente na próxima semana, será possível ficar a distância e a angulação dos tiros. “Levando isso para o modelo 3D, a gente consegue colocar a arma no local dela, com relação ao corpo, com uma precisão boa”, disse o diretor do INC.

Em reconstituição, suspeito se contradiz

O pescador Amarildo Oliveira, “Pelado”, entrou em admitido, durante a reconstituição dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, a afirmativa que foi identificada apenas da ocultação dos corpos e acusador Jeferson Lima, ou “Pecador da Dinha” de ser o dos disparos. Em depoimento à Polícia Federal, ele havia confessado a autoria dos tiros.

Durante a reconstituição, um delegado da PF narra que Bruno e Dom desciam o rio Itaquaí no barco quando foram avistados por Amarildo e Jeferson. Segundo Amaril, Bruno e Jeferson começaram a contestar. Ao ser questionado se viu a hora em que Jeferson atirou, Amarildo confirma, e diz que Bruno, que tinha porte de arma, teria revidado.

Neste momento, ele entra em nova construção. No início, diz que viu a discussão a distância. Depois, admitiu que não estava no barco com Jeferson. Bruno foi atingido por três tiros e Dom foi morto por um tiro. O vídeo da reconstituição foi revelado anteontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo.



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