Dividendos ou juros? Taxas de debêntures incentivadas superam prooftos no curto prazo, diz estudo

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Para os rendimentos periódicos de investimentos, empresas ou empresas de juros que pagam mais a dinheiro na hora:

Dividendos com ações das mesmas companhias – tanto no curto como no médio prazo.

O descasamento entre o rendimento dos ativos de crédito eo rendimento de dividendos (taxa de retorno com bônus) é temporário, mas significa uma oportunidade de entrada para o investidor que gosta dos papéis de renda fixa.

“Entendemos que a diferença entre a rentabilidade acumulada das debêntures eo rendimento de dividendos mostra-se maior em tempos de crise, dada a queda de rentabilidade das empresas e estresse no mercado de crédito”, destacam-se os analistas Altair Pereira, André Sonnervig e Caio Lombardi em relatório. “Esse Gap = Vão “tendem a fechar com redução da inflação, a normalização econômica e o aumento da rentabilidade das companhias”.

Dividendos distribuídos por sete empresas de energia elétrica e uma de saneamento, reconhecidas por receitas elásticas e muito procuradas por investidores focados em renda passiva. Vale lembrar que assim como os redimentos das debêntures incentivadas, os divideos também são isentos de Imposto de Renda.

O levantamento selecionou que foi incentivado pelo menos uma de prefixo a ser usado mais tarde com o cálculo da taxa de juros e investimentos posteriores. %. Na outra ponta, o Bradesco BBI projetou o rendimento de dividendos das ações destas empresas para os anos de 2022, 2023 e 2024.

Considere uma inflação, a elevação das curvas de juros reais nominais, a queda do espalhar de (diferença entre o custo de captação de recursos e aplicação de crédito aplicado pelo investimento) e os divisores de custos estimados, o estudo que quem investisse até as empresas pensadas e mantivesse a obter de 2024 um dis propor í retorionado período. Arentabilidade utilizada para as debêntures foi com marcação da curva de juros dos títulos levados ao vencimento.

Uma debênture incentivada da Taesa, por exemplo, com taxa indicativa de 6,3% ao ano, renderia 41,2% até dezembro de 2024, já pensando uma inflação implícita de 7,2% para o período. Outro papel da mesma empresa, com taxa indicativa de 5,2% ao ano, somaria um retorno de 37,1% na mesma janela de tempo. Em contrapartida, o rendimento de dividendos das ações da Taesa (TAEE11) acumulado para o período seria de 22,8%, inferior ao rendimento das debêntures.

Entre as companhias thinkadas no levantamento, apenas no caso da CPFL energia (CPFE3) o acionista teria um retorno Superior ao debenturista, embora a diferença seja mínima: 39,6% de rendimento de dividendos a 39% de juros frente das debêntures incentivadas.

Confira abaixo a comparação entre os papéis das oito companhias:

Vale mais a pena ser debenturista do que acionista?

Para os especialistas Consultados pelo moeda de informação, a forte pressão de pressão do Brasil e no mundo, a forte pressão de pressão do Brasil e no mundo, em alta da, não permitem que estes financiamentos tornem-se muito perigosos para as finanças. Porém, o efeito é de prazo e não deve se estender no longo prazo.

Para alguns investidores, pode ser mais interessante a rentabilidade das debêntures incentivadas em relação à estratégia de divisão, destacando Luciana Ikedo, assessora de investimentos e sociedade no escritório RV4 Investimentos.

“Imagino que este descasamento deve ser concluído no curto prazo por este estar chegando ao fim, a curva de aperto de fechamento pode fechar o prazo de conclusão de um cenário de um cenário muito próximo. Gap = Vão“,confirme.

Para não optar por um ativo que perca a rentabilidade da possibilidade de inversão da trajetória da trajetória, Luciana dos preços aconselhe-se a investir a observar sem a taxa de risco real de risco e a rentabilidade acima da taxa de risco real – ou acima da inflação.

Ela exemplifica que se o título oferece IPCA mais de 6% ao ano, o que deve ser levado em conta peloinvestidor é exatamente o retorno de 6%. “As atuais incentivadas, considerem a isenção do Imposto Renda, são muitas das referências de. Para Luciana, um retorno de IPCA mais 6% ao ano deve ser o mínimo procurador pelos debenturistas.

Waldemar Junior, analista e especialista de renda DV Invest, explica a redução dos divisores das empresas no curto e médio prazo das empresas no curto e médio prazo está relacionado ao aumento de juros, que elevando os custos de capital, que acaba por elevar o custo de capital, que acaba por corrigir o lucro e, por consequência , você precisa de prova.

Ele destaca os resultados sem contudo os cenários de estresse não duram para baixo, a começar a cair e o saldo financeiro melhorar, pois voltará a reportar os melhores, com lucros e dividendos maiores. “O movimento de prazos e prazos não deve se estender a estender no longo prazo ser atualdo”.

No longo prazo, as ações podem se destacar

Para o longo prazo, Observando principalmente companhias de energia e saúde, Sergio Biz, analista em oportunidade e sócio do ganho focado em dividendos .

Segundo Biz, pode ocorrer que em determinados momentos de tempo e períodos de destaque de juros apresentem um desempenho melhor se as taxas de taxas com dividendos. Contudo, no longo prazo, os proventos de boastentem a ser crescentes e o retorno total das ações (dividendos e ganho de capital), maior.

Além disso, ele citou que empresas do setor elétrico geralmente têm seus contratos e concessões corrigidas por índices de inflação. Desta forma, o custo de capital alto, devido aos juros de fidelidade, é relativamente mitigado. “Por um lado, aumenta o custo de capital. Por outro, a receita destas empresas cresce também”, explica Biz.

Por este motivo, elétricas que pagam divideos ainda foram confirmadas em cenários de sucessos. E quando o ciclo virar e os juros são menores, pois as empresas devem continuar com desempenho positivo pela sua caraterística defensiva, segundo o.

“Empresas do setor elétrico e de saneamento têm divisórias crescentes. custo benefício (retorno sobre preço de compra da ação) muito atrativo no longo prazo, ultrapassando 20%”,

Mas também existem os riscos de um investimento em renda variável, que podem ser muito maiores do que os os riscos existentes. Em uma situação extrema, em que a empresa vai à falência, os debenturistas têm prioridade para o dinheiro, enquanto o acionista, caso haja o que distribuir, é o último a receber.

Luciana Ikedo, da RV4 Investimentos, cita também a previsibilidade do rendimento. Nas debêntures, o orendimento já é conhecido peloinvestidor no momento da compra – ainda do IPCA ser variável, os juros são fixos. Nas ações, por outro lado, os divisores são semper estimados e os pagamentos dependentes da política e momento das companhias.

Prós e Contras das Debêntures

Para quem está pensando em uma janela de oportunidade das vezes não curto, há alguns pontos que devem ser observados, segundo os pontos de prazo.

Luciana Ikedo se destaca pontuação (nota de crédito) do emissor, que preferencialmente deve ser AAA (o mais elevado) ou próximo disso. Ela cita que oinvestidor deve observar também a período (duração do investimento ou medio em que oinvestido prazo receberá o investimento e os juros) e Liquidez dos papéis, que é importante caso exato vendê-los do capital vencimento.

Luciana explica ainda que por conta de uma recente mudança regulatória, a partir de janeiro de 2023, as debêntures terão o seu rendimento marcado no mercado, e não mais na curva de juros, como utilizado no estudo do Bradesco BBI.

Se o investir ou comprar um título com remuneração de IPCA mais 6% ao ano observava diariamente esta remuneração em sua conta, que vem passará a um papel contabilizado segundo o valor divulgado no mercado a cada dia. “Neste, pode haver um ágio ou deságio nas taxas. Para quem prevêe levar os ativos até o muda, mas Lucia para quem não acompanhava as mudanças da curva de juros, será uma grande novidade”, A mudança deveacrecentar volatilidade às debêntures.

Pensando especialmente no setor elétrico, Luciana reforça também a depender do segmento de atuação – geração, transmissão ou distribuição – como debêntures também podem oferecer prêmios maiores, consider e dorisco. Uma empresa distribuidora, mais exposta à inadimplência, pode eventualmente oferecer juros maiores nas debêntures do que uma transmissora.

Entre os riscos do investimento em debêntures, Waldemar Junior, da DV Invest, cita a falta de proteção pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), o que acabaria justificando os retornos maiores frente à títulos bancários que contam com este “seguro”.

Para que o recurso não se perca, caso com a empresa que consiga, não seja honrar como garantias de compromissos, o recurso pode ser honrar como garantias de compromissos que a empresa pode para liquidar como dívidas em momentos de dificuldade. Alguns especialistas costumam fazer ressalvas de empresas com classificação de risco elevado não oferecem garantias. Logo, o melhor é ponderar o risco e o retorno.

Waldemar Junior destaca ainda os contrato – compromissos contratuais de proteger o interesse dos funcionários e muito usados ​​​​por empresas que emitem debêntures no setor de energia. “É uma estratégia que a companhia apresenta ao aturista, de sua estratégia que vai procurar o analista financeiro, que não vai procurar resolver o risco financeiro e que não vai procurar resolver o risco financeiro”.

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