Defesa e PF dizem ao TSE que terão equipes para fiscalizar

Urnas eletrônicas em Curitiba

Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) – Os ministros da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, enviaram ofícios ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, em que dizem que as Forças Armadas e a Polícia Federal terá equipes para fiscalizar auditar o sistema eletrônico de votação.

A Defesa divulgou o TSE que terá uma equipe de técnicos “equipe de nomes para oportunamente enviado ao corte.

“Um fim de facilitar a coordenação das ações que efetivem a aludida participação, para que a Vossa seja a gentileza de indicar um servidor desse Tribunal como ponto de contato para a equipe supramencionada”, acrescentou o ministro da pasta, no ofício ao TSE na noite de segunda-feira.

Torres, por sua vez, disse a Fachin que a PF “participará de todas as etapas do processo de fiscalização e auditorias atinentes ao sistema eletrônico de votação” coordenado pelo TSE. No ofício, ele citou uma de fases que os policiais devem se série séria.

“Para tanto, diante do início do início das sobreditas fases, os técnicos da Polícia Federal serão orientados a realizar contato com os servidores do TSE responsáveis ​​pela condução dos trabalhos”, afirmou, no documento da sexta-feira passada “ programas próprios de verificação”.

Os pedidos titulares da Defesa e da Justiça são um debate sobre a fiscalização mais dos capítulos. As Forças Armadas e a Polícia Federal já participam desde o ano passado com integrantes da Comissão de Transparência das Eleições. Boa parte das ações para dar maior autoridade ao colegiado e segurança ao pleito acatada pelo tribunal.

No caso do titular da Justiça, ao qual a PF é subordinada, até o momento não tinha um movimento no acompanhamento dos trabalhos que vinham sentido sendo feitos pelo TSE.

Os candidatos pelos quais foram encaminhados a Fachin titulares da Justiça da Defesa vêm em meio às confirmações e falsas do presidente Jair Bolsonaro sobre o sistema eletrônico de votação do processo de totalização dos votos.

O presidente, que tenta uma reeleição eletrônica no pleito de outubro e aparece atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto, constantemente coloca sob suspeita o sistema de votação sem apresentar a suspeita. Bolsonaro também tem repetição, novamente sem apresentar provas, que houve fraude na eleição de 2018, quando se elegeu, alegando que teria vencido o pleito no primeiro turno.

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