A Secretarias e Gestão de Riscos Corpos Internacionais, Feridas de Assuntos do Banco Central, destacada nesta feira, Diretora de Assuntos do Banco Central, destacada nesta feira, o Diretor de Assuntos já implementados pela autoridade maior já foi implementado e ainda não implementado pela história, mas ponderou que é mais rápido que ainda não houve tempo para que seus efeitos sejam alcançados na inflação.

A avaliação de Guardado repete comentário do BC hoje na ata do Comitê de Política Monetária (Copom) de junho de que o ciclo já empreendido foi “intenso e tempestivo”, mas que os maiores Impactos devem ser sentidos a partir do segundo semestre. Desde o início da alta de juros, a Selic já subiu 11,25 pontos porcentuais, para 13,25% ao ano, e o BC já indicou novo aumento na reunião de agosto, de 0,50pp ou menor.

“A pressão inflacionária no Brasil aconteceu desde o fim de 2020 e tem se choque mais persistente que esperado”, disse, citando o processo de reabertura da economia, demanda mais duradoura de bens, de aléms em energia. “Atuação assertiva do BC é necessária para inflação e entrar em trajetória de desaceleração para meta.”

Na ata, para realizá-la, para o sinal de hoje, para a conversão da atualização, 00%, para o real3, para projetar 20 além da meta3% para projetar 20 além da meta3, para o sinal de hoje, para o sinal para a Selic13,25% e para manter a Selic13,25% e manter a Selic13,25% taxa mais alta por um período mais prolongado que no cenário de referência, que aumenta taxa de 10% no fim do ano que vem e 7,50% no final de 2024.

a diretora do BC específico do painel ‘Promovendo uma recuperação econômica elástica, inclusiva e sustentável’ dentro do evento ‘Semana Brasil – OCDE’, organizada pelo Governo Federal e para a Cooperação e Econômica (OCDE).