Otan alerta que guerra na Ucrânia pode durar anos; batalha no leste continua

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Por Natalia Zinets e Max Hunder

KIEV (Reuters) – A guerra na Ucrânia pode durar anos, afirmou o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, neste domingo, cobrando apoio constante dos aliados ucranianos no momento em que as russas lutam por território no leste do país.

Stoltenberg disse que fornecerá armamentos de última geração às tropas ucranianas aumentaria como chances de liberar uma região de Donbas, no leste, do controle russo, segundo o jornal alemão Bild am Sonntag.

Após não tomar a capital Kiev no começo da guerra como forças russas concentraram seus exercícios, em conseguir completar o controle de invasão de separatistas apoiados pela Rússia antes da guerra 24 de fevereiro.

“Precisamos nos preparar para o fato de que pode levar anos. Não podemos desistir de a Ucrânia, disse Stoltenberg, segundo o. “Mesmo se os custos são altos, não apenas em apoio militar, mas também na alta dos preços de energia e alimentos”.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que visitou Kiev na sexta-feira com uma proposta de treinamento às forças ucranianas, disse que era importante que o Reino Unido desse apoio ao risco de longo prazo, alertando Ucrânia”, com a guerra se arrastando.

Em um artigo de opinião no jornal Sunday Times de Londres, Johnson disse que significava garantir que “a isso Ucrânia armas, equipamentos, munição treinamento mais rapidamente do que o invasor”.

Um dos principais inimigos da cidade de controle de Moscou para tomar uma região das províncias que Hanbass industrial de Moscou Sieviersk.

A Rússia afirmou neste domingo que o ataque na cidade estava avançando com sucesso.

O governador de Luhansk, Serhiy Gaidai, disse à televisão ucraniana que os combates tornam a retirada de pessoas da cidade impossível, mas que “todas as alegações da Rússia de que controlam a cidade são mentira. Eles controlam a principal parte da cidade, mas não toda a cidade”.

A Rússia que lançou o que chama de “operação militar especial” para desarmar a sua vizinhança e proteger pessoas que falam russo naquele país de nacionalistas perigosos. Kiev seus aliados rejeitam essa justificativa e sem fundamento para uma guerra de agressão.

A Ucrânia encorajamento na sexta-feira quando a Comissão Europeia recomendar que tenha status de candidato, decisão que as nações da UE devem receber endossar em uma reunião na próxima semana.

(Reportagem de Redações da Reuters)



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