A pandemia a uma mudança que já aconteceu no mundo corporativo. Cada vez mais adotam as jornadas em escritório em casacomo medida de distanciamento social, tanto o combate contra a Covid-19, como para reduzir e, diga-se de passagem, aumentar a produtividade.

Mas o que se vem observando recentemente é que os funcionários também prendem ao trabalho remoto. E eles um motivo para fazer isso, além da mais facilidade de poder estar em casa, ter perto da família, e de não pegar o trânsito para ir ao escritório.

O aumento no preço de comerciável nos últimos anos, intensificado em 2022, fez o trabalhador home office uma forma de os custos reduzirem consideravelmente os seus custos. Uma pesquisa da OnePoll, em parceria com a Citrix Systems, revelou que 54% dos brasileiros preferem trabalhar em casa para driblar o alto custo dos compostos. Nos Estados Unidos, o percentual ainda é maior: 57%.

Empresas e funcionários se adaptam

Gente tem muita que o home office impactaria na produtividade no trabalho e, consequentemente, no resultado das empresas. Mas após dois anos, empregados e gestores aprenderam o novo modelo pode ser de pandemia igual para ambos.

“As empresas e os trabalhadores aprenderam nos últimos anos funcionais como tornar o home office eficaz e, já que não havia outra solução e, no fim das contas, viu que não era um bicho de sete cabeças. Com essa mudança de cultura, começou-se a pesar vários outros custos-benefícios, e com os preços exorbitantes da gasolina, uma economia em trabalho de casa é representativa”, explica Daniela Velez, gerente de Recursos Humanos.

A empresa em que trabalha, a Run2B, desenvolve soluções tecnológicas para gestão de serviços e hiperautomação e, atualmente, tem 95% da equipe de gerenciamento de serviços e instalações. Daniela conta que o home office é uma oportunidade de a empresa contribuir para a satisfação de seus funcionários, criando rotinas menos engessadas e mais produtivas.

“Mostrar que nos preocupamos com nossa equipe é uma forma de manutenção-la engajada nos trabalhos. Com e planejamento, determinar economia com bons resultados e todos os resultados mais atraentes e mais atraentes, além de aumentar nas despesas com transporte e combustível.

Amaury Nogueira

Amaury da Silva Nogueira é bacharelando em Letras/Edição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonado pelo universo da escrita, atua há dois anos como redator e realiza pesquisas sobre história da edição no Brasil. Além disso, atualmente agrega pesquisa também sobre direitos e benefícios sociais para conhecimento na redação do portal de notícias FDR.