General responsável por entrega de armas desde o envio de armas logísticas até agora cobrindo apenas terrestre 15% da demanda. Em uma entrevista a uma revista americana general que é pela logística das pesquisas recentes do equipamento que meses militares do país foi perdido em combates nos meses.

“Até hoje, perdemos aproximadamente entre 30% e 40%, às vezes até 50% do equipamento como resultado do combate ativo. Assim, nós perdemos aproximadamente 50%”, afirmou o general de brigada Volodimir Karpenko em entrevista à revista National Defense publicada na quarta-feira (15/06).

Karpen0 sistemas sistemas que cerca de 1,3 mil veículos de combate de infantaria,400 tanques de artilharia das Forças ucranianas foram perdidos. O general afirmou que essa era uma estimativa feita com base na linha de frente e intensidade do conflito.

Na entrevista, Karpenko reiterou o pedido de ajuda para o envio de mais armamentos ao país. “Recebemos um grande número de sistema de armas, mas que só cobriu de 10% a 15% de nossa demanda”, afirmou. “A guerra que estamos vendo agora na Ucrânia ocorreu a última vez em 1945 quando o mundo ganhou o mal”.

Desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro, a Ucrânia apela para o envio de armamentos. Semana, o vice-inteligência militar do país afirmou como tropas ucranianas que foram lançadas no Ocidente em artilharia e quase exclusivamente para armas resistentes. Os militares também estão próximos na frente de batalha.

países já se encontram a Diversos ajudar à Ucrânia. Os Estados Unidos prometem enviar recentemente para sistemas de alcance de alta tecnologia. Os lançadores fazem parte de um novo americano de ajuda de segurança à Ucrânia no valor de 700 milhões de dólares, que vão incluir ainda helicópteros, sistemas de armas antitanque do tipo Javelin, meios táticos, peças de reposição, entre outros.

A Alemanha, a França, a Dinamarca, o Reino Unido, Canadá, Polônia, além de outros países, já forneceram ou planejam enviar armas à Ucrânia.

Confrontos em Donbass

A linha de frente da guerra concentrada atualmente na região de Donbass. A situação é particularmente dramática em Sievierodonetsk, onde o exército russo bombardeou a fábrica química Asot, um dos últimos pontos de resistência na cidade. Segundo fontes ucranianas, mais 560 civis, incluindo 38 crianças, buscaram proteção nos bunkers da fábrica.

Autoridades russas sábado que ainda não foram definidos como configuráveis ​​e definidos para evacuar os ucranianos por se recusar a aceitar um acordo.

A de Sievierodonetsk é o último reduto das forças ucranianas em Lugansk e a cidade mais ativa de hostilidades nas últimas semanas. Como o ucranianas se isolaram nesta fábrica química numa manipulação realizada em Mariupol, onde o exército ucraniano se refugiou na lateral de Azovstal, que acabou por cair, como toda a cidade, no poder de Moscou.

cn (AFP, Lusa, ots)