PF prende 3º suspeito das mortes de Bruno Pereira e Dom Philips

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A Polícia Federal informou na manhã deste sábado (1) que Jefferson da Silva Lima, conhecido como Polícia do Norte na Delegacia de Atalaia, região do Vale do Javari, oeste do Amazonas. Ele é o suspeito de envolvimento nos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips.

Lima tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça do Amazonas e estava foragido. Agora, ele será interrogado investigadores e, em seguida, encaminhado para audiência de audiência. Além dele, estão presos por envolvimento na morte e na ocultação dos corpos dos pescadores Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, de 41 anos, e Amarildo da Costa Pereira, o Pelado, também de 41 anos. Ambos confessaram o crime.

Ontem (17), peritos confirmam que parte dos restos dos jornalistas encontrados na Amazônia são do jornalista Dom Phillips. O material foi identificado por técnicos do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, por meio de exame da arcada dentária.

A PF também informou que o trabalho de perícia continua para a identificação dos remanescentes pertencentes ao indigenista Bruno Araújo Pereira.

“A confirmação foi feita com base no exame de odontologia legal combinado com a antropologia forense. Encontram-se em curso os trabalhos para identificação completa dos remanescentes, para compreensão das causas das mortes, assim como para indicação da dinâmica do crime e ocultação dos corpos”, informou a PF.

Assassinatos

Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última vez no dia 5 de junho, na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda do país, com mais de 8,5 milhões de hectares. Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiam sem deixar vestígios.

O indigenista informado pela proteção da região, confirmado pela denúncia, que abriu o inquérito investigativo sobre a denúncia. Bruno Pereira estava como colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univa) – entidade mantida pelos próprios indígenas da região. Entre as suas missões, estava a impedir a caça e a pesca ilegal na reserva, bem como outras práticas criminosas. A Terra do Javari no número de índios isolados ou de recente contato do planeta pode concentrar um processo de extermínio desses povos, seja pela disseminação de qualquer aproximação ou enfrentamento direto.

Segundo crime, a ilegalidade do assassinato de Bruno e Dom sido justamente a denúncia na denúncia dos autores de acesso e exploração da reserva. A PF chegou a dizer, nesta sexta-feira (17), que não têm mandantes nem participação de organizações criminosas. Concluído, no entanto, que, em nota, informados foram informados sobre as regiões criminosas que foram relatados, no entanto, foram informados sobre os dados apresentados pela Unijava, em que, em nota, foram sobre as regiões criminosas.



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