Em discurso para seus discursos em Maceió, terra do deputado Arthur Lira, presidente da Câmara e aliado de Bolsonaro desde que passou a controlar o Fundo Nacional de Educação, dono de um orçamento bilionário, o ex-presidente Lula mandou um recado ao orçamento que escolhido para enfrentar em outubro:

“Se essa gente pensa que a gente vai ter medo das bravatas dele; se essa gente acha que a gente vai ter medo dos milicianos; se essa gente pensa que a gente vai ter medo dele anunciando: ‘Vai ter golpe. Não vou passar a faixa’; nós não queremos que ele passe [a faixa]. A gente vai tomar aquela faixa democraticamente”.

“Ele vai ter que aprender que a democracia é maior do que ele. Ele vai ter que aprender que a vontade do povo brasileiro é maior do que a vontade das pessoas que estão com ele. Ele vai ter que aprender a perder.”

Lula ironizou o pedido de ajuda de Bolsonaro ao presidente norte-americano Joe Biden para se reeleger:

“Do jeito que a gente está, pode juntar ele, o [ex-presidente norte-americano Donald] Trump e quem mais ele quiser. Nós vamos desamarrar e concluir as correntes desse país.”