A Groenlândia é considerada a maior ilha do mundo. Ela é um lugar extremamente frio, o que faz muita gente nem cogitar, um dia, conhecer a ilha. É que tem gelo em abundância, mas, por incrível que parece, a claro Groenlândia é um país cheio de mistérios a serem descobertos.

Por exemplo, nesta semana, uma pesquisa publicada na revista “Nature” revelou que uma camada de gelo na região sudoeste da Groenlândia está liberando doses de mercúrio nos próximos rios. Isso é problemático porque esse metal tóxico acaba indo para o oceano e pode contaminar os animais marinhos e, claro, as pessoas que os comem.

O mercúrio é um metal encontrado em algumas rochas e é líquido em temperatura ambiente. No caso das geleiras, quando elas derretem, parte das rochas nas quais elas também estavam juntas. É dessa maneira que o metal acaba parando na água.

Gelo

Tecmundo

Os danos que isso pode causar são vários. Em risco, o que pode causar tremores, riscos e problemas causados ​​por tremores. Já em grandes quantidades, o metal pode matar em poucos dias.

Para saber dessa liberação no mar, o estudo fez duas expedições para a Groenlândia entre 2015 e 2018. Nessas expedições, os cientistas coletaram amostras de água que receberam grandes quantidades de água, chegando até 800 metros cúbicos por segundo, do derretimento da camada de gelo.

Depois disso, eles filtraram essas amostras e como preservar para evitarr. Então, os pesquisadores mediram a concentração de mercúrio em cada uma delas.

Como resultado, eles viram, naquele local, a concentração de dez vezes maior do que a vista em um rio normal. Eles viram que os níveis são os mesmos de rios altamente poluídos com mercúrio. A diferença é que nesse caso não existe interferência humana no processo.

Mercúrio

Tecmundo

“Embora esse gelo não seja encontrado em humanos, uma camada de pesquisa muito mais rápida como o resultado da descoberta, pela Universidade Estadual da Flórida, Jon Hawkings que liderou a pesquisa.

Segundo ele, de gelo dessa região pode estar a uma camada com 42 toneladas de gelo que são despejadas no oceano anualmente. Isso representa 10% do volume anual em todo o mundo. Uma grande maioria dessas montanhas acabou indo para os fiordes, que são as entradas de mar entre duas montanhas. Eles são bem comuns nas regiões costeiras sendo formadas pelas antigas de geleiras.

Esse problema não pode ser ignorado. Porque, na região que os cientistas analisaram, existem várias comunidades marinhos que dependem dos animais para se alimentar. E quanto maior for o nível de nível, maior é a chance de essas pessoas se contaminarem.

Além da Groenlândia

Realidade simulada

Além do gelo derretendo e liberando mercúrio na Groenlândiana última quarta-feira, um outro estudo publicado na “Natureza também” os depósitos desse metal nas fossas quartas-feiras.

Como resultado, foram nunca antes vistas. Elas superiores a várias áreas que são enviadas diretamente pela liberação industrial.

Esse estudo foi feito em quatro países. Foram eles: Dinamarca, Canadá, Alemanha e Japão. As milhas analisadas trincheiras abaixo, a mais de seis níveis do mar, do pacífico. Embora o acúmulo de mercúrio seja nos sedimentos oceânicos uma coisa comum, a taxa vista nestas fossas é bem maior do que se imaginava.

“Como as trincheiras oceânicas são permanentes e, portanto, podemos esperar que o cheiro que vai parar lá permanecerá soterrado por muitos milhões de anos. As placas tectônicas levarão esses sedimentos para o manto superior da Terraos”, explicou Ham Departamento de Estudo de Geociências da Universidade de Aarhu, na Dinamarca, e líder do estudo de placas.

Por conta disso é preciso estar atento a isso.

“Esses altos níveis de níveis de segurança podem ser definidos como altos representantes dos oceanos definidos pelo homem. Mesmo que o mercúrio seja removido da biosfera, continua sendo bastante alarmante a quantidade de metal que foi parar nas fossas oceânicas. Isso pode ser um indicador da saúde geral de nossos oceanos”, concluiu ele.

Fonte: Superinteressante

Imagens: Tecmundo, Realidade simulada