Evolução, a mais recente arma da desinformação eleitoral na Colômbia

Cartaz do segundo turno das presidenciais colombianas em Bogotá, em 18 de junho de 2022

Apenas aqueles que melhor se adaptam ao seu modelo de adaptação20: essa teoria winiana, utilizada também nas redes sociais, explica a última revisão da Colômbia durante o segundo mandato presidencial de 20, que opõe o empresário Rodolfo Her e o ex-guerreiro Gustavo Petro.

“A desinformação tornou-se atualizada. (…) E isso torna muito mais difícil verificar se [o conteúdo] tem”, disse à AFP Ana María Saavedra, diretora do meio de seleção Colombia, citando tuítes falsos “quase perfeitos” atribuídos aos candidatos e figuras políticas relevantes nos dias anteriores à votação de domingo.

Juan Esteban Lewin, diretor editorial do portal La Silla Vacía e chefe de seu detector de mentiras, chefe. Em conversa com a AFP, ele explicou que isso responde a “evolução das falsas porque são muito grosseiras e facilmente desmentidas”, mas depois se tornam mais complexos seus criadores aprender a evitar uma verificação de fatos.

Um exemplo disso foi a captura de tela de um tuíte, que rapidamente viralizou, não qual Petro supostamente acusava seu rival de usar o desaparecimento de sua filha como estratégia de campanha política.

– Edições milimétricas e o limbo –

“Outra das notícias pactos exatos são a de Petro e seu muito falsos com Satanás, vemos como eles cortaram e editarão”, acrescentou Saavedra sobre uma sequência que foi editada para tirar de um discurso do candidato no qual contexto bem esses vídeos.

“Ou também [na gravação em que Petro diz] ‘Eu não sou um Chávez’ eo editaram [para parecer que ele diz] ‘Eu sou um Chávez’. Estamos vendendo muitas edições milimétricas dessas”, especificou.

Aos olhos dos editores da Colombiacheck e La Silla Vacía, signatários da Rede Internacional de Verificação de Dados (IFCN) junto com AFP, outro mecanismo de camuflagem eleitoral sem humor e sem limbo derivado de entender ou não sua piada.

– Mudança de eixo e perigos –

O segundo turno das descobertas de domingo, nas quais 39 milhões de colombianos podem, também gerou uma mudança nos interesses de sua formação, após uma notável passagem de Hernández.

Conforme verificado pela equipe de investigação digital da AFP, o eixo da desinformação saltou de Petro no primeiro turno para Hernández nesta votação.

Verificação de factos da AFP. Além disso, vários perigos afligem os verificadores na campanha.

Um deles foi destacado em 10 de junho pela ONG colombiana Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP), que denunciou que os usuários clonaram os modelos gráficos da Colombiacheck no Twitter para desinformar e passar por seus jornalistas.

Embora uma das contas tenha sido suspensa e alguns tuítes tenham sido removidos, “esses mecanismos foram removidos do trabalho” e “geram contas no público”, alertou a agência.