Pressão sobre Petrobras aumentar após reajuste: quais são os riscos à política de preços dos cobustíveis?

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O reajuste nos preços de venda da gasolina, de R$ 3,86 por R$ 4,06 por litro (aumento de 5,18%), e dodiesel, de R$ 4,91 por 5,61 por litro (aumento de 16%), para como distribuidoras, anunciadas pela Petrobras, nesta sexta-feira (17), enviou o comando da estatal sob intensos ataques de liderança política.

O presidente Jair) disse que o da companhia “é uma coisa que ninguém consegue entender do partido” e uma coisainvestigar a instalação de uma Comissão de Inquérito CPI (Conselho de Administração).

Já Arthur Lira (PP-AL), Presidente da Câmara dos Deputados, voltou a exigir a ocupação imediata de José Mauro Ferreira Coelho, atual presidente da Petrobras, que já teve sua saída anunciada três semanas atrás, mas o posto até que o conselho deliberativo sua substituição pelo executivo Caio Mario Paes de Andrade.

O parlamentar também prometeu uma com os líderes das bancadas para disputar a política de preços da Petrobras – conhecida como Preço de Paridade Internacional (PPI). Segundo ele, “toda possibilidade” de uma finalmente mudança na tributação dos lucros da estatal seja enfrentada pelo Congresso Nacional.

Uma das ideias seria dobrar o valor pago pela forma de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e utilizar os recursos de modo a gerar compensações financeiras à população, em razão da forte alta dos preços dos cobustíveis.

Oambiente nebuloso sobre quais podem ser adotados no mercado financeiro pelo mundo político neste momento novo tem preocupações de embate com a Petrobras. Na sessão desta sexta-feira, as ações da companhia se destacaram entre as maiores espécies do Ibovespa, com queda de 6,09% em seus papéis preferenciais, 27,31 reais.

moeda de informação espumas analistas eventos paratentar separar o que é das reais sinalizações políticas nos novos. Os especialistas da consulta divergem sobre os limites de atuação do Governoro sobre as atividades da Petrobras, mas indicam o que pode estar em jogo no debate.

“Estamos em que a agência econômica é cada vez mais pensada pela lógica político-eleitoral. E não é por acaso que a Petrobras não está no centro do debate há um bom tempo”, observando o cientista político Rafael Cortez, sócio da Tendências Consultoria Integrada .

Para ele, Bolsonaro tenta uma estratégia de fabricante cega, como a tentativa de custos dos custos provocados pela alta desenfreada dos preços dos orgânicos.

Com a aproximação da corrida, o especialista acredita que aumentará o exercício para instituições institucionais e políticas públicas em contexto de apelo para a ação obrigatória.

“Na medida em que Bolsonaro, razões, não se sente por diversas razões ou sente que tem um déficit de influência e poder, ele passa a fazer uma agenda de alteração institucional. E não é diferente com a Petrobras. Já foram várias mudanças. O que acontece é que o marco legislativo em torno da companhia é mais complexo do que a demissão de um ministro”, explica.

Cortez que o atual momento gera senso de urgência maior, já que as pesquisas eleitorais acreditam que um presidente mostra seu vizinho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em vantagem na disputa pelo Palácio do Planalto.

“Isso precisa como um processo. Não vejo como isso pode estagnar, diante do quadro eleitoral cada vez menos favorável à candidatura do Governoro. Esse é o combustível para mudanças. da companhia”, diz.

Deste modo, cresce a percepção de risco político, tanto sob a ótica institucional quanto da economia da agenda. No caso da gasolina e do diesel, o fato de a pauta engajar os políticos da oposição pode ser combustível adicional para maior interferência sobre a Petrobras.

“A retórica é pública. Não é mais um movimento de bastidor ou mais discreto, cada vez mais explícito. A utilização pelos líderes políticos, incluindo o Presidente Bolsonaro, é de contraste. Para mim, é um antecedente de que virão novos movimentos “, apóstata.

“a companhia, seguindo a política atual de preços, necessariamente entrará em choque com o movimento do mundo da política para o quadro dos danos refratários, com maior ou menor taxa inflacionária de alívio”, acrescentou.

O analista político Creomar de Souza, CEO da concorda com o pano de fundo de fundo, enxerga menor disposição do governo em poder sobre o PPI. Ele entende que, por trás dos ataques de Bolsonaro à Petrobras, tem uma estratégia de venda de que a resolução do problema da ideia vai além dos instrumentos de que dispõe a Presidência da República.

“Bolsonaro está preso entre a necessidade de ter votos e de que ele ainda possui em recortes os votos mais abastados da pirâmide social. Isso envolve tanto os ganhos quanto o momento que o governo afirma que os acionistas do setor privado têm da Petrobras, ea própria promessa” .

“Dentro da dinâmica eleitoral, vale a pena mudar a política de preços ou vale a pena alimentar a percepção de que você tem a possibilidade de privatização da companhia em um segundo mandato final? , e, como resultado básico, transfere-se responsabilidades”, continuou.

Para Souza, a estratégia de Bolsonaro não mudou desde os preços dos preços dos compostos, o presidente se transformou em um problema do ponto de vista tático. grande propriedade. E tal comportamento pode motivar ações de improvisação em busca de garantia sobrevida à narrativa.

“OGoverno vai observar com muita Calma, nas próximas semanas, qual o Impacto eleitoral do movimento feito hoje. sobre os lucros da Petrobras”, avalia.

Há um enviado parlamentares de que novos aumentos nos preços dos cobustíveis por parte da Petrobras podem jogar por água abaixo do Congresso Nacional em medidas como o PLP 18/2022 e mesmo a PEC dos Combustíveis.

Tal percepção pode dar o tom da reunião de líderes convocada, para a próxima segunda-feira (20), por Arthur Lira na Câmara dos Deputados. O encontro pode ser usado por congressistas para reunir “pautas-bomba” contra a companhia, com objetivo de um contra-ataque ao reajuste.

Equipamento para análise da XP Investimentos, previsão para Petrobras, impacto nos seguidos seguidos. Hoje, o caminho mais provável seria “forçar” a cumprir uma espécie de “função social”. Uma opção seria a Petrobras destinar à área de seus lucros repassados ​​à União.

A piora nas relações entre Bolsonaro-Lira e o atual comando da estatal, porém, faz com que a parte do mundo político entenda que o movimento depende da condução prévia da mudança na diretoria da companhia. A lista de nomes ocupados pelo Governo Federal é de dez reajustes de cargas públicas – na época, eles são mais fixos, que atualmente são outras variáveis ​​​​de preços.

“O que se desenha é uma visão de compensação da União para que a empresa de destino cumpra sua função social por meio de lucros e dividendos. XP.

Para eles, uma mudança no PPI ou alguma nova legislação ainda não são o cenário principal. O mesmo vale mais uma troca no comando do Ministério de Minas e Energia, apesar das Resistências em se adotar medidas heterodoxas para o problema.

“Mas essas alternativas não estão descartadas e seguem na cabeça de algumas lideranças como plano B para obrigar a companhia a abrir mão de parte de seus lucros e entrar no ‘esforço de guerra’ contra a alta de preços dos anos, a menos de quatro meses das escolhas”, conclusão.

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