Por Letícia Fucuchima e Rodrigo Viga Gaier

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras anunciou nesta sexta-feira reajustes de 5,18% para a gasolina e de 14,26% para o diesel, valendo a partir de sábado, mesmo sob forte protesto do presidente Jair Bolsonaro e da classe política em meio à pressão inflacionária em ano eleitoral.

No caso da gasolina, o preço médio de venda para como distribuidoras passou de 3,86 reais para 4,06 reais por litro. A alta ocorre 99 dias após o último reajuste, em 11 de março. Já para o diesel, o valor do litro subiu de 4,91 reais para 5,61 reais, a estatal ter feito a última após 39 dias.

Com a mudança reduzirá a gasolina, segundo do seu preço ao mercado, mas ainda de Petrobrás, com desconto, mas ainda de Petrobrás 10% para gasolina, segundo do crédito à venda e 14% para a gasolina, segundo do crédito à venda, diante da crise da cotação externa do crédito petróleo e do dólar frente ao real.

Em comunicado nesta sexta-feira, a Petrobras enfatizou a importância de sua política de preços ao tempo em que disse ser sensível e mesmo compreender “os reflexos que os preços dos alimentos têm na vida dos cidadãos”. Mas indicou que o movimento é importante para os atores “continuidade do mercado brasileiro, sem riscos de desabastecimento”, pelos diversos: importadores, distribuidores e outros produtores, além da própria empresa.

Em meio a redução do Congresso Nacional e do governo para reduzir preços por meio da redução, a ação da Petrobras, que pode limitar o impacto da queda de impostos para os inimigos, até de quem semper defendeu a paridade de preços com o mercado externo.

“Acho que a Petrobras fez a coisa certa do ponto de vista técnico, mas está faltando sensibilidade à empresa do ponto de vista político e social por conta do momento que o mundo está passando”, disse o consultor Adriano Pires, que chegou a ser indicado neste ano para o posto de CEO da petroleira, mas desistiu das questões de conflito de interesse.

“Qualquer empresa privada e de economia mista sabe que não tem que levar a gestão a ferro e fogo. Tem que ter sensibilidade política, por que não aumentar depois ou aumentar menos? Falta à Petrobras essa sensibilidade…”, disse Pires, citando o “mega esforço” e “briga” com governadores para reduzir o ICMS.

“Aí vem a Petrobras numa caneta estragada a festa!?”, afirmou ele, acrescentando que o governo também deveria ter tomados antecipados para evitar impactos para os usuários.

preços serão impactados, com reflexo na inflação percentual: 0,14 ponto percentual pelo aumento e 0,04 ponto bomba percentual para o diesel, segundo ponto percentual da Fundação Getúlio Vargas.

O anúncio da Petrobras já era esperado quinta-feira, quando o jornal O Globo publicou que um anúncio da Petroleira de administração para reajustes. O presidente Bolsonaro enviou informações, sugerindo que o novo aumento a aumentaria as políticas contra seu governo.

O governo estatal reiterou preços práticos com preços competitivos e em equilíbrio e também com o seu compromisso com o compromisso de repasse imediato aos preços internos da volatilidade internacionais do petróleo e taxas de câmbio.

Esta prática (esta prática) é comum a todos os mercados que se ajustam diariamente que ajustam com maior frequência seus preços mais comuns “a preços de repasse empresas até o mercado”, disse a estatal.

“Dessa maneira, observando a evolução do mercado, foi possível manter os preços de gasolina estáveis ​​por 99 dias para diesel e 39 dias para diesel”, acrescentou.

Até o final da semana passada, segundo o Itaú BBA, os preços da gasolina estavam 28% abaixo da paridade, enquanto os preços do diesel tinham uma diferença de 19%. Já a XP Investimentos não teve um novo aumento, apesar da pressão política, já que os preços estavam “mais uma vez bem abaixo dos níveis internacionais”.

Os preços do GLP (gás de cozinha) foram apresentados.

A Petrobras observou ainda a mesma conjuntura que o impacto dos preços dos materiais “externalidade positiva na geração de recursos públicos, com arrecadação da União com e participações ainda maior, além de pagamentos de governança maior”

A declaração da estatal vem em meio à insatisfação de Bolsonaro com os lucros da Petrobras. Nesta-feira-feira, o presidente disse que o governo, como acionista é contra qualquer reajuste nos compostos, “não só interesse pelo sexto mundial da Petrobras em crise, bem como pelo público previsto na Lei das Estatais”.

Em seu, a Petrobras disse que os anúncios são divulgados em políticas públicas, inclusive para amenizar o impacto dos aumentos.

“Adicionalmente, no ano de 20 bilhões21, a Petrobras pagou de julho para a União o montante de 27 bilhões de reais, e no ano corrente, até o montante de reais, destinado ao acionista controlador o montante de 32 bilhões de reais. Esses recursos contribuirão para o orçamento de políticas públicas, inclusive de mitigar os impactos da crise atual sobre os preços dos recursos”, disse pode a estatal.

A Petrobras também disse reconhecer como o governo e o Congresso vêm explorando na esfera tributária para mitigar os níveis de medidas de preços de diversos produtos da cadeia de consumo, mas brasileiro disse que elas não desconectam os preços ex-tributos commodities no mercado das flutuações do mercado internacional”.

(Com reportagem adicional de Gabriel Araujo)

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