Riqueza global aumenta 10,6% em 2021, mas sem redistribuição

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Mundo mais ganhou de 500 bilhões durante a pandemia, mas renda dos 99% mais pobres caiu (Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Um relatório da Boston Consulting Group afirma que toda a crise e a pandemia global de covid-19 não abalaram o aumento de riqueza em. O documento aponta que, no ano passado, foram criados mais de US$ 26 trilhões de nova riqueza privada, chegando a US$ 530 trilhões.

O aumento foi impulsionado pela recuperação do mercado de ações e pela demanda por ativos reais como artes, vinhos e imóveis. Mesmo com a guerra na Ucrânia, as expectativas são de que a riqueza privada cresça em 2022.

+Bolsas da Europa após a baixa, com o fechamento do prazo, após a baixa

Crescimento pelo mundo

De acordo com o relatório, somente a América Latina não verá o crescimento da riqueza privada até 2026. Esses números são cálculos pelo índice denominado de Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR, na sigla em inglês).

O mercado principal será na Ásia-Pacífico, que tem um crescimento previsto de até 8,4% e pode abrigar quase um quarto da riqueza mundial em 2026. Logo atrás vem a região do Oriente e do continente africano, que deve crescer 5,4% nos próximos anos.

América do Norte e Europa ocidental devem crescer menos nos próximos anos. Na primeira região a riqueza deve crescer 4,7% e, na segunda, menos de 4%.

De acordo com a Ofam,73 novos bilionários surgiram no mundo,5 isso só significa que começou em março de 2020.

Renda de 99% da população

Por violação de violência, organização de organização que atribuiu a desigualdade de renda à saúde para pessoas relacionadas com a morte de 21 pessoas, por crise de acesso por motivos de gênero. Mais de 60 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza.

Somente no Brasil, de acordo com a Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), mais de 33 milhões de brasileiros estão passando por fome.

“Os 10 homens mais ricos do mundo têm hoje seis vezes mais riqueza do que os 3,1 bilhões mais pobres do mundo”, afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.



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