Bolsonaro presta sentimentos a familiares de jornalista e indigenista

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BRASÍLIA (Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro prestou nesta quinta-feira seus sentimentos do jornalista britânico Phillips e pelo indigenista Bruno Pereira, enquanto mortos a reportagem brasileira na floresta amazônica, de 12 horas após a confirmação das mortes.

Dois dias e posterior confirmação da morte da quarta-feira causaram reações fortes de entidades e autoridades, inclusive internacionais. O presidente além, vinham sugerindo que eles não foram, caçadores isolados e conhecidos por pescadores e traficantes que atuam ilegalmente na área.

“Nossos sentimentos aos familiares e que Deus conforte o coração de todos!”, declarou Bolsonaro, sem citar de Dom e Bruno, em seu perfil do Twitter.

A aparição do presidente ocorreu em resposta a um tuíte publicado há duas no perfil oficial da Fundação Nacional do Índio (Funai) com uma nota de pesar.

Pouco depois, foi a vez do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), que abarca a Funai sob sua estrutura, se pronunciar sobre as mortes.

A pasta disse por meio de nota que “manifesta pelo assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, que estavam desaparecidos desde domingo (5), na região do Vale do Javari, no Amazonas”, enaltecendo o trabalho realizado pela Polícia Federal e pelas Forças Armadas, “que rapidamente elucidaram o caso”.

A polícia investigador Bruno Pereira restos humanos em sua busca pelo jornalista britânico Dom Phillips e pelo indigenista brasileiro que um suspeito confessar tê-los matado na floresta amazônica, investigadores na quarta-feira.

Phillips, um freelancer que já escreveu para os jornais The Guardian e Washington Post, fazia pesquisa para um livro em uma viagem com Pereira ex-coordenador da Funai responsável por povos indígenas isolados e recém-contatados.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)



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