As marcas mais preciosas do Brasil 2022

Debates sobre a relação de empresas com ecossistemas de marcas e com a agenda ESG se destacam na volta presencial do evento que premiou Nubank, Google e Mercado Livre.

Crédito: Marco Ankosqui, SP/BRA

Celso Masson, Diretor de núcleo da Editora 3. Ana Beatriz Carretero, Diretora de Branding do Nubank. Priscila Naglieri, Diretora de Comunicação Mercado Livre. Fabio Coelho, CEO do Google Brasil. José Marques, Diretor Editorial da Editora 3. Marcelo Bicudo, Diretor Presidente da Superunion. Eduardo Tomiya, Sócio Fundador da Tm20. (Crédito: Marco Ankosqui, SP/BRA)

Após as medidas de inclusão de dois da Covid-19, o evento de iniciativa de dois da Covid-19 MAR MAIS VALIOS VALIOS DA DINHEIRO, em São Paulo . Na sexta-feira (10), o Mercado Livre foi reconhecido como a marca mais preciosa do Brasil. “Somos uma empresa de origem argentina, mas o nosso principal mercado é o Brasil, por isso esse prêmio é tão especial”, disse a diretora de comunicação corporativa Priscilla Ferreira Naglieri. Diretora de branding do Nubank, Ana Beatriz Carretero recebeu o prêmio de marca brasileira mais forte conquistado pela fintech. E o Google mais, por seu presidente no Brasil, Fabio Coelho, ficou com o troféu de marca global forte. A metodologia nas premiações se baseia no Brand Asset Valuator, da agência britânica WPP, desenvolvida no Brasil por Eduardo Tomiya, sócio fundador da TM20, com colaboração de Superunion, Economatica TC, Gray e Brazil Panels.

Em seu agradecimento, Coelho citou como outras duas empresas do grupo que não ficaram no top ten da categoria: o YouTube, em segundo lugar, e o Android, em oitavo. A cerimónia de um dia da empresa após o CEO global da Alphabet, Sundar Pichai, anunciou investimentos de US$ 1,2 bilhão na América Latina. Os recursos, segundo Coelho, serão aplicados em capacitação, aprimoramento da infraestrutura e conectividade. Ao criar a importância do prêmio, o lembrado o recebido de Eric Schmidt, CEO global da empresa, ao assumir a operação brasileira em 2011: Com o desafio na mão, Coelho afirmou que o desafio é “manter a consulta da marca, com o propósito de continuar um Brasil melhor”.

ESG EM ​​PAUTA O impacto da agenda na geração de valor das marcas foi tema do debate com Celso Masson (Editora 3), Lívia Sitta (Google), Malu Nunes (Fundação Grupo Boticário), Lana Pinheiro (IstoÉ Dinheiro) e Stefano Zunino (WPP). (Crédito: Marco Ankosqui, SP/BRA)

MESAS REDONDAS Como em anos anteriores, a entrega dos troféus foi precedida por duas mesas redondas. Da primeira, os desafios dos ecossistemas de marcas, participaram Marina Daineze, diretora de imagem e comunicação da Vivo, Bruno Montejorge, diretor de branding e comunicação do iFood, e Marcelo Bicudo, CEO da Superunion. Segundo ele, criar uma marca estabeleceu exigência. “É preciso investir na recorrência de relacionamento com as pessoas”, disse. A receita está sendo seguida à risca pela Vivo que, de acordo com Marina, está atenta à jornada digital do consumidor de forma bastante dinâmica. “Isso envolve escuta ativa e interpretação de dados para a construção de uma narrativa consistente e sempre presente”, afirmou. No iF, segundo MonteJorge, em curso, um grande esforço para ajudar parceiros na construção de um ecossistema que ajude a resolver os desafios de negócios e os problemas que ajudem a resolverem os problemas dos consumidores. “Não para transformar a vida das pessoas sozinho”, afirmou o executivo que deixou um aprendizado: “Quando temos ambições maiores que mudar o olhar de competição para colaboração.”

A segunda mesa teve por tema o ESG na relação com as marcas. A discussão começou com um especialista de insights do Google Lvia Sitta, que significa, no final da agenda, um quinto dos brasileiros sabe o que é a sigla ESG. “Ainda pouco conhecido do público, esse é um território com grandes possibilidades para geração de valor das marcas”. Exemplo prático da estava também no painel. No comando da Fundação, Malu Nunes, destacou 43% dos estudos em uma fundação nacional que afirma que considerou o fato de O Boticário uma pesquisa nacional em uma fundação que foi calculada de proteção de compra, a média 30%. “Essa é a prova de que nossa aposta de que a natureza conservada é fundamental para um desenvolvimento econômico e social forte se reflete nos negócios”, disse. Nessa discussão, o aprendizado veio nas palavras de Stefano Zunino, country manager do WPP no Brasil, e foi direcionado para as empresas que ainda praticam o greenwashing. “Se no passado dava para fazer só propaganda, hoje não dá mais”. A recompensa para quem adota uma postura de imagem aparece nos negócios e também na empresa de marca.

ECOSSISTEMA DE MARCA Primeiro painel reunido Celso Masson (Editora 3) Marina Daineze (Vivo), Bruno Montejorge (iFood) e Marcelo Bicudo (Superunion). (Crédito: Marco Ankosqui, SP/BRA)