O superintendente regional da PF do Amazonas, Eduardo Fontes, afirmou em coletiva na noite desta quarta-feira (15/6) que o pescador Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, de 41 anos, confessou voluntariamente como execuções do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira e narrou com detalhes o crime realizado.

Conforme antecipado a coluna Na MiraFaz Metrópolesrestos, das vítimas, foram encontrados nesta quarta-feira onde foram encontrados sendo feitas as escavações.

De acordo com a intenção de corpos, Pelado o fundou e desembolso onde entrar em corpos tendentes a embarcar. Uma reconstituição do crime também foi realizada nesta quarta.

Estando sendo apresentado a novas escavações na região, por ser de difícil acesso e não havendo sinal de barra para novas escavações locais, devendo levar a nova cidade mais próxima para mais informações sobre o andamento das buscas.

“Saímos logo cedo em direção ao local. Realizamos uma reconstituição do crime e fomos até o local onde ele [Pelado] anunciou que havia sido enterrado e onde os corpos foram enterrados, como a investigação estava a ser oferecida”, disse o policial.

Eduardo Fontes homens ainda afirmou que, além dos dois que já estão presos, há uma pessoa suspeita de ter participado do crime. “Novas prisões devem ocorrer a qualquer instante”, afirmou.

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Ouviu os disparos

Ao longo do dia, investigadores da PF colheram novos detalhes sobre a confissão de Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, de 41 anos. O pescador ilegal revelou aos policiais que chegou a ouvir os tiros que tiraram a vida do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira.

Pelado, abrilhantar. que tenha participado diretamente das execuções. “Ele falou que, quando chegou no local, o indigenista e o jornalista já estavam mortos. Logo depois, os corpos foram carbonizados, mas ainda podem ser identificados. Seu envolvimento mais eficaz teria sido ao enterrar as vítimas”, afirmou uma fonte da PF ouvida na Mira.

A motivação da barbárie, de acordo com o policial, teria sido ilegal do pirarucu na região. O peixe é uma das carnes mais apreciadas do país, especialmente na Região Norte. A reserva indígena no Vale do Javari frequentemente é invadida pelos pescadores irregulares. Criminosos faturam cerca de R$ 100 por cada quilo de pescado vendido.

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