Desde o dia 2 de junho o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passou a adotar um novo método para a realização da prova de vida. Antes, o procedimento era obrigatório feito de maneira presencial. Mas agora é realizado sem a presença do cidadão nos bancos.

Prova de vida do INSS: confira as últimas mudanças adotadas pelo órgão
Prova de vida do INSS: confira as últimas mudanças adotadas pelo órgão (Imagem: FDR)

Desde o dia 2 de junho a prova de vida é feito com base no cruzamento de dados das plataformas do governo Isso significa que ao invés de estar seguro se deslocar para mostrar que vivo, é o próprio INSS quem constata que o cidadão não deve ter morrido.

Para isso, o Instituto vai usar as informações que estão disponíveis em outras bases de dados do governo.

Como: emergindo; registro de downloads de bens; us; consultas pelo Sistema Único de Saúde; ou carteira de documentos como RG ou passaporte.

Logo, se o CPF do titular do benefício inclusive nos dados mais recentes desses registros, o INSS vai entender que o cidadão continua vivo.

Durante a pandemia a prova de vida do INSS já havia sido suspensa. A Previdência Social fez o corte de nenhum salário nesse períodoe quando voltou a exigir o procedimento preso pelo uso de tecnologias.

Isto é, os seguros podem realizar o processo por meio do aplicativo do seu banco de confiança ou do meu INSS. Desde que esteja apenas com cadastro de biometria facial no Denatran ou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Agora, ir até o último banco para fazer uma prova de vida deve ser o recurso a ser usado pelo cidadão.

INSS deve mudar a prova de vida em 2023

Os planos do Instituto ainda vão além. A ideia é que a partir de 2023 o cidadão pode fazer uma prova de vida pelo aplicativo ao enviar fotos. E ainda, que os servidores do INSS compareçam até a casa dos segurados para fazer o cadastro biométrico.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, pelo menos 35 milhões de pessoas precisam controlar todos os anos que estão vivos.

Aqueles que provam seus atrasos, procuram uma agência bancária regularizar seu salário, mas podem apenas ter se planejado para a vida. Ninguém pode ser obrigado a apresentar no banco para realizar o procedimento.

Lila Cunha

Lila Cunha é o jornalismo em jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Atua como repórter especial para o portal FDR. É responsável por selecionar as informações abordadas e garantir o padrão de qualidade das notícias veiculadas. Além disso, trabalha apuração de hard news desde 2019, com o universo econômico em escala nacional.