A jornada da inovação nunca termina – Money Times

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Netflix
“No mundo volátil e imprevisível da nossa sociedade líquida, a chapa é hiperaquecida”, diz Serafim (Imagem: Unsplash/Venti Views)

UMA Netflix me deu a inspiração inicial para divagar sobre o tabuleiro da tecnologia e de inovação na coluna deste mês.

Sua história é uma batida porque todos usam de exemplo em palestras, blogs e livros nestes últimos dez anos para ilustrar jornadas de criação de valor, desenvolvimento tecnológico e até mesmo práticas de diversidade.

No entanto, resultados apresentados no segundo trimestre registraram a perda inédita de 200 mil assinantes. O mercado reagiu mal e puniu incensada, mesmo que mantenha a companhia de negócios justificada como reagiu mal e puniu negócios Rússia. Nosso modelo insustentável segue cobrando um inalcançável crescimento infinito e punindo no primeiro solavanco.

Todo o mundo conhece a narrativa que a Netflix, fundada em 1997, conseguiu revolucionar o antigo mercado de aluguel de filmes e acelerou numa jornada de transformação permanente. Nas minhas aulas, adicionamos apenas um elemento pouco comentado para destacar a importância da construção de estratégias de inovação.

Numa época em que reinava sozinha como agregadora de filmes, já detectando dificuldades com acordos de licenciamento e prevendo países futuros de outras empresas e estúdio, ela tomou-se de forma impressionante para inovar e recursos em produções próprias como Narcos, Orange is the new black, Sense8, O The Crown e Stranger Things, o que se mostrou muito acertado.

Continua crescendo e cada modelo, inteligência artificial, parcerias, até que um dia perdeu 200 mil assinantes. Agora, lá está tentando buscar maneiras de seus resultados, demitindo, propondo assinaturas baratas com publicidade. Isso pode dar uma resposta de curto prazo, mas isso não será suficiente. A jornada de inovação nunca termina!

Este mundo do entretenimento, da música, do filme dos conteúdos sociais, ém um reatores de alta voltagem. Não tem jogo fácil nem música lenta. É só pancadão. É só filme de ação explosiva.

Eu sempre gostei de uma efervescência deliciosa de todos os mercados da inovação, justificando a inovação até o fim do século XIX, que partiu ao vivo de um olhar estratégico, até o fim do século XIX, que surgiu quando o fonógrafo surgiu. Evolui pela vitrola e Era de Ouro do Rádio, passando pelo Walkman e Discman, que carreguei na cintura na minha adolescência, mergulhou nos aplicativos piratas, desembocou no iPod e seu ambiente brilhante, e chegou aos aplicativos de transmissão que rodam em nossos onipresentes smartphones.

A grande lição desse desfile é que, focando apenas em custos operacionais e que fazemos redução nos produtos, melhorando a produtividade, aumentando a produtividade, quando buscamos um tsunami para eficiência de montagem, que pode gerar um tsunami para eficiência de montagem, que pode gerar todo o tsunami.

No passado da indústria da música, estão RCA Victor, Philips, Sony, Nokia e muitas outras que podem dar seu testemunho amargo de quem não conseguiu acompanhar como demandas dos usuários, como novas fronteiras tecnológicas, como mudanças socioculturais. Falando nisso, neste trimestre, outra certeza. Vinte anos depois, a Maçã anunciou que parou de fabricar o iPod, símbolo que jaz obsoleto ao lado do retroprojetor e do videocassete. Sinceramente, achei que ele já não existia há uns oito anos.

Os mercados giram em torno de alguns clientes mais baixos. Uma fita crepe, que a 3M criou em 1925, ainda é uma fita adesiva reconhecível. O Big Mac, que virou índice para a idade de paridade de compra, é comercializado desde 1968 sem ganhar recheios gourmet, versão Smashed ou qualquer outra mudança dramática. Claro que os mercados e empresas empresasrou, a competição se a transformação digital entrou na vida das pessoas e empresasrou Entretanto, quem atua em segmento com tempo para respirar entre uma onda e outra pode erguer as mãos para o céu.

No mundo volátil e imprevisível da nossa sociedade líquida, a chapa é hiperaquecida.

No mundo das redes sociais, a tiktokização está na pauta do dia e fazendo escola. O Instagram veio com o Reels ao lado do YouTube Shorts enquanto o Kwai vai testando o formato de mini novelas de dois minutos. O balanço da Netflix arrastou pra baixo o valor do Spotify que começou suas experiências em metaverso, criando um espaço desenvolvido pela Roblox no qual ouvintes terão acesso a produtos exclusivos. A vida segue este ritmo acelerado, infodêmico, 24×7, em tempo real.

E no mundo das empresas com pés em chãos de fábrica, gôndolas metálicas e paredes de cimento? UMA Magalupor exemplo, nestes meses em seus resultados, afetando seu valor de mercado, vai aprofundando uma transformação digital no seu caminho de engrossar seu mercado, enquanto sua influência digital mudou a primeira posição mundial com mais de 31 milhões de seguidores.

Também adquiriu nos últimos dois anos os promissórias de conteúdo Jovem Nerd e Canaltech e passou a financiar o desenvolvimento de jogos para o mercado brasileiro. Em paralelo, no varejo com o lançamento do piloto de serviço de locação Vai e Volta para Eletrônica Nova e Outros Itens. Você pode alugar furadeiras, frigobar, caixas de alguns e equipamentos de jardinagem para os dias em que realmente precisa deles. O projeto nasceu em parceria com a Housi.com, plataforma inovadora digital de moradia por assinatura do visionário Alexandre Frankl.

Este líder numa época de apresentação há uns 5 anos o comitê de marketing da Câmara mostra em poucos o que significa identificar cenários comprovados e criar pontes para um futuro próximo, rotas de futuro americana construtora Vitacon, unindo muito bem como tendências de mobilidade urbana, economia compartilhada, design inteligente, segurança e outros elementos emergentes em seus projetos.

Bancos tentam encontrar novos caminhos para fazer frente às fintechs, mesmo que algumas soluções encontrem aqui e ali no prazo para ajustar expectativas absurdas. Nestes dias, um Shopee recebeu autorização para operar como instituição de pagamento no gerenciamento de contas do tipo pré-paga. Todo dia tem novidade nesse mundo competitivo, incerto.

A conclusão é que, não importa onde você jogue, é absolutamente essencial criar estratégias de inovação. Por tempo, os planos de negócios foram planejados para planejar a execução de planos estratégicos, visando muitos planos de planejamento estratégico ou planos de planejamento estratégico para o futuro ou para o planejamento estratégico de um planejamento estratégico.

É claro que os planejamentos precisam ser muito mais flexíveis e flexíveis, mas ainda assim são imprescindíveis. Os espaços de crescimento de áreas de crescimento, como oportunidades de áreas principais de crescimento, como oportunidades de grupos de crescimento, como oportunidades de crescimento e de atividades importantes .

Tecnologias como inteligência artificial, automação, máquina de análise preditiva, aprendizagem de realidade virtual, viabilizarão e mista, outros, um impacto cada vez maior na produtividade, oportunidades de crescimento, potencialização de novos canais, novos modelos. Todos temos que priorizar caminhos e portar recursos.

A empresa em que atuo, uma das mães da inovação sempre cultivou estratégias e estudos, avançou por rotas tecnológicas nos mercados, fazendo apostas para o futuro. Recentemente, lançou uma plataforma 3M futures que dá noção sobre como se prepara para os próximos anos.

UMA Unilever tem práticas recentes muito interessantes, conectadas à sustentabilidade, diversidade e inclusão, bem como iniciativas ousadas como seu marketplace para lojistas Compre Agora ou suas apostas para oferecer serviços pela Omo Lavanderia.

UMA Arezzo&Co vem seu empreendimento com aquisições e muita energia em inovação aberta, lançando o ZZ Mall, seu próprio Marketplace, investiu na startup brechó mapa Troc, impulsionou seu núcleo ZZ ventures para apostas no empreendimento de empresários, comprou a Reserva.

A chapa só deve esquentar nenhum ritmo para seguir global.

E sua empresa? Que estratégias vem sendo relevantes e desenvolvimento para seu espaço tecnológico futuro, dedicados pelo espaço? Lembre-se focar apenas no que seus clientes buscam hoje e na excelência das operações atuais não basta. Mais do que nunca, precisamos de talentos ambiciosos para nossos curtos prazos e mesmo capazes de eficiência de tempo, para construir os futuros desejáveis.

Luiz Serafim é professor, palestrante, Head de Marca & Comunicação e Líder de Inovação da 3M, onde atua desde 1994. Palestrante com mais de 950 apresentações sobre Criatividade, Inovação e Negócios, é professor de Gestão de Marketing e Inovação nos cursos da Inova Business School e ESALQ/USP.

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