SP: prefeitura quer antecipar sobre greve nos transportes

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A prefeitura de hoje (14) pediu à Justiça que antecipou o início do trabalho de São Paulo dos trabalhadores do transporte público municipal que entrou em greve da manhã. O prefeito Ricardo Nunes, disse que a greve é ​​abusiva porque não cumpre a determinação da Justiça de que% da frota na rua.

“Há dois sistemas de transporte na cidade: o local, que vai dos bairros até os terminais, e o estrutural que faz a ligação com o centro. Como parou 100% do estrutural, tecnicamente consideramos que eles não cumprem uma determinação de que deveria ter 80% de funcionamento”, explicou a prefeitura.

Segundo é correto dizer que houve de atendimento 4 uma vez que nada foi22% cumprido, não houve determinação judicial. “Temos que 100% do estrutural não circulou e 100% do local, sim”, afirmou.

O prefeito informou que 24 empresas operam 32 lotes do sistema de transporte municipal, e elas se dividem em 11 operando o sistema local, que tem 5.100 ônibus, circulando com 487 linhas, e 13, o estrutural, com 6.500 ônibus, circulando em 713 linhas . Para amenizar os efeitos da greve, a prefeitura liberou o rodízio municipal e a circulação dos veículos nas faixas de ônibus.

“A negociação é feita entre a empresa e os funcionários; a prefeitura monitora, uma vez que é serviço concedido, mas a negociação é entre eles. Vamos fazer uma cobrança junto às empresas, que precisa ter seu diálogo com seus funcionários de forma mais contínua. É possível que todo ano sejamos pegos de surpresa e [que] acabe sobrando para a prefeitura e para os usuários”, destacou.

A paralisação foi aprovada ontem (13) por motoristas após a audiência de conciliação do Sindicato dos Motoristas e Cobradores e as empresas de transporte coletivo terminar sem acordo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.

O aumento salarial baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é de 12,47% (retroativo a maio), e a aplicação do mesmo valor no vale-refeição e na participação nos lucros e resultados. Eles reivindicam também o fim da hora de almoço não remunerado.



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