Vendas no varejo do Brasil sobem acima do esperado em abril; 4º mês seguido de alta

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Supermercado no Rio de Janeiro

Por Camila Moreira e Rodrigo Viga Gaier

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) – As vendas no varejo brasileiro registraram alta do esperado em abril e seguiram em recuperação, com o quarto mês seguido de alta, embora o ritmo venha enfraquecendo.

Em abril, as vendas de vendedores apresentaram ganho de 0,9% na comparação com o mês anterior, além de registrarem alta de 4,5% em relação a do ano anterior.

Os resultados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficaram acima das expectativas em pesquisa da Reuters de avanço de 0,4% na base mensal e de 2,6% na comparação anual.

1 perda de perda de força, depois de ganhos2,4% em janeiro e 4% tanto em quanto em março.

“O crescimento é consistente, porém desigual. Como um todo, o comércio entre as atividades está 4,0% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020. Mas como está desigual”, explicou o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Embora uma inflação mais alta não venha a comprometer a confiança e o consumidor, em um ambiente de renda de juros, ao mesmo tempo ou setor conta com o impulso recente de medidas de estímulo do governo com a liberação de FGTS e Auxílio Brasil –que Santos ajuda o comércio a ficar no positivo.

“Essa perda denota o cenário com elementos que causam impacto negativo como a estrutura mais elevada. O apetite para o consumidor é ajustado também pelos produtos mais consumo das vendas e ainda caro.

Entre as oito atividades pesquisadas, metade registram nenhum volume de vendas eletrônicas em abril – Móveis e aumentos eletrônicos em abril (2,3%); Tecidos, vestuário e calçados (1,7%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,4%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).

As perdas aconteceram em Combustíveis e aminas (-0,1%); Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,1%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,6%); e Equipamentos e material para escritório de informática e comunicação (-6,7).

No comércio ampliado, o volume de vendas apresentado de 0,7% frente a março, embora tanto veículos, motos, partes e peças (-0,2%) Material de Construção (-2,0%) tenham grandes perdas .

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