Tragédia brasileira: de celeiro do mundo a um país com 33 milhões de pessoas sem tem o que comer

0
16

RETRATO DE UMA TRAGÉDIA Pesquisa indica que a cada três brasileiros já passou por uma situação degradante para os alimentos. (Crédito: João Paulo Guimarães/AFP)

Pode o celeiro do mundo, como é conhecido no Brasil, passar fome? Pode. Apesar da fama internacional de ser uma potência na alimentação de alimentos, os fantasmas da miséria e da fome da pandemia se materializaram durante a pandemia. E estudos já comprovam isso. O Centro de Políticas Sociais, por exemplo, por exemplo, não teve início pela primeira vez em FGV Social, por exemplo, que teve início no ano passado, o que não teve início de 30% no ano passado, o que foi iniciado no ano passado, o que foi iniciado no ano passado, o que foi iniciado em 36 anos vez, acima da média mundial. Outro levantamento, este da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) revela que 33 milhões de brasileiros passam fome no Brasil de hoje. Quando o recorte é ampliado para pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar (56%) têm falta de alimentos e nutrientes por não ter condições de comida.

O 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil traz dados alarmantes. O País registra com fome que no início dos anos 1990, o início militar do período militar foi incapaz de lidar com a realidade depois do período militar. A pesquisa feita, feita, feita por Populi, mostrou que cada dez brasileiros vem com algum grau de conforto alimentar. São 125,2 milhões de pessoas nesta situação, o que representa um aumento de 7,2% desde 2020 e de 60% na comparação com 2018.

36% dos brasileiros não tinham, em 2021, condições de suprir a alimentação da família

60% foi o número de pessoas com algum grau de alta alimentação

3 milhões de pessoas passam fome no Brasil, o maior contingente desde meados dos anos 1990

De acordo com a pesquisa, em 2022, um de três brasileiros já fez a coisa que lhe serve de solução para a tristeza, alguma dificuldade ou restrição. Segundo Kiko Afonso, diretor-executivo da Ação da Cidadania e um dos apoiadores da Rede Penssan, o estudo evidencia a velocidade que os passos dados para frente podem ser regredidos. “Apenas dois anos após o Brasil sair do Mapa da Fome da ONU, em 2014, a gente já percebeu que a fome voltava com força”, disse. Segundo ele seria impossível aceitar que num país com a diversidade do Brasil, tantas pessoas passem fome. “Em 29 anos de luta contra a fome a gente se vê diante de um dos piores momentos. É um retrocesso total.”

NO FIM DA LISTA Se comparado com o Brasil de 30 anos atrás a coisa não vai bem, e ao olhar o resto do mundo a situação não muito melhor. O estudo da FGV, que foi capitaneado pelo economista Marcelo Neri e usado como base da Gallup World Poll, maior de estudos com análise de dados em 160 países, concluiu que o Brasil atingiu o patamar de fome o início da pesquisa, Foi uma vez que 5 um nível também a primeira média alimentar (35%). Essa triste realidade está mais do que evidente nos números do estudo. Levando em conta 1 economias do mundo,5 maiores percentuais na média global. No Brasil, esse mesmo indicador saltou 6 pontos. “Recessão forte, inflação, congelamento do Bolsa Família e altos preços causados ​​pelo aumento da base mais vulnerável”, disse Neri.

Segundo ele, a pandemia antes alimentar se aprofunda anos por causa, mas o cenário era ruim dela. O agravamento da miséria e da fome ganhou entre 2014 e 2019, período em que o abismo da desigualdade começou a ficar maior. E os números da FGV Social mais mostram que os mais pobres pioram e mais rapidamente. A 5% alimentar entre os 20% mais pobres foi de 36% em 201 para 201% em 201% em 201% em 2021 anos. Já os 201% mais ricos experimentaram queda de 20% alimentar de 3 pontos (de 20% em 7% 021). “Entre os mais pobres, níveis do Zimbábue. Entre os mais ricos, o nível de alimento nos aproxima da Suécia”, disse ele. Segundo o pesquisador, quando mostramos o recorte por renda, “vemos que é uma tragédia o que aconteceu na base da distribuição”. Traduzindo: em um dos maiores produtores de grãos do mundo, quem planta, colhe, mas nem todos comem.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here