Ibovespa futuro opera entre perdas e ganhos; espera-se alta regulamentação legal

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O Ibovespa futuro opera entre altas e baixas nos primeiros negócios desta sexta-feira (10). O pré-mercado volta a sentir a versão ao risco dos investidores, comp perspectiva de alta de juros na Europa e novas medidas de isolamento contra a Covid-19 avaliação em vigor na China. Dados de inflação divulgados hoje podem dar o tom para o encontro do Federal Reserve na semana que vem.

Vendas do varejo sobem 0,9% em abril, bem acima da expectativa

Às 9h23 (horário de Brasília), o Ibovespa futuro para junho opera em queda de 0,19%, aos 107.490 pontos.

O dólar comercial caiu 0,39% a R$ 4.896 na compra e R$ 4.897 na venda. O dólar futuro para julho subia 0,43%, 4.925 reais. O dólar futuro para julho recuava 0,16%, 4.925 reais.

Os juros futuros recuam nos contratos mais longos: DIF23, +0,01 pp, a 13,37%; DIF5, – 0,01 pp, 12,48%; DIF27, – 0,01 pp, 12,46%; e DIF29, – 0,02 pp, 12,59%.

Os futuros em Nova York operam sem uma tenência definida, pautados pelo dado de inflação ao consumidor. O Dow Jones futuro tinha leve queda de 0,09%, enquanto os futuros do S&P 500 e Nasdaq subiam, respectivamente, 0,02% e 0,26%.

O índice pode ser ajustado como apostas para o Fomc de setembro, que ainda divide Wall Street. Para as reuniões da semana que vem e de juramento, o é de dois aumentos de 50 pontos-base do jurado.

As Bolsas europeias operam na baixa com perspectiva de alta de juros na zona do euro.

O Banco Central, o próximo de agosto de preços competitivos ontem, iniciará o ciclo de negócios próximos de agosto, que iniciará o Ciclo Central na próxima agosto de juros políticos em 25 pontos de base na data de lançamento e provavelmente em agosto. De setembro em diante, os ajustes podem ser mais agressivos.

Membro do BCE fala inflação da zona do euro ‘muito disseminada’

O BCE quer a curto prazo, que hoje supera os 8%, à meta de 2% no próximo prazo. Essa postura reforça os temores de uma cessão, impulso e os índices para baixo. O Stoxx 600 recuava 1,43%.

A Bolsas asiáticas fecharam misas, mas tivemos a melhor semana em 16 meses. O índice Shanghai SE, da Bolsa de Xangai, fechou em alta alta, mesmo com a notícia de novos bloqueios na cidade em função da pandemia.

a segunda vez Financial Times, metade dos distritos da capital financeira chinesa serão novamente isolados para uma testagem em massa após o registro de novos casos de Covid-19. Como o limite foram retomadas menos de uma semana depois do início das flexibilizações. Xangai passou dois meses em bloqueio.

Ainda na China, a inflação oficial recuou 0,2% em maio na comparação, mas avançou 2,1%, comparada com o mesmo período do ano. A inflação ao produtor subiu 6,4% em maio, na comparação anual.

No Japão, a inflação ao produtor de maio ficou estagnada em relação ao bril, enquanto o mercado aguardava por uma ligeira alta de 0,5%. Em 12 meses, contudo, o indicador acumula alta de 9,1%. O Nikkei, da Bolsa japonesa, fechou em forte baixa.

Análise técnica por Pamela Semezatto, analista de investimentos especialista em comerciante do dia da Clear Corretora

ibovespa

“Deu sequência na queda e rompeu a região de suporte em 109.000. Sinal bem vendedor no gráfico semanal – espero por teste no fundo anterior de 103.000. Se significa rompido, 100.000 pontos seria o próximo objetivo.”

Doral

“Continua trabalhando no mesmo patamar, sem romper a resistência 4.860 e, no gráfico semanal, sinal bem altista e com possibilidade de reversão para tenência de alto caso, rompa a resistência de R$ 5.300.”

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