Gran Coffee ataca em três frentes: saiba quais e por que isso já traz resultados

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FÔLEGO RENOVADO Gustavo Gama, diretor da Gran Coffee, espera faturar R$ 304 milhões em 2022 com todas as inovações e ampliações da empresa. (Crédito: Aguinaldo Pedro)

O Grupo Gran Coffee se posiciona na ponta do mercado também de máquinas de cafés e bebidas quentes no País — posição em que o Italian Coffee do Brasil disputa. São 30 mil equipamentos instalados em 10 mil empresas de tamanhos diferentes, o que representa atender cerca de 70 das companhias maiores do mercado. Agora, imagine esse cenário no primeiro ano da pandemia da Covid-19. Até o plano de expansão da empresa, vinha em ritmo acelerado, foi interrompido.

Em 2015, o melhor momento da companhia até então, já era uma possibilidade real de liderança do segmento. “Disputávamos cabeça a cabeça com os três principais concorrentes. Foi então que saímos à procura de um sócio”, disse o diretor da Gran Coffee, Gustavo Gama. Encontream o Pátria Investimentos, que buscava negócios no segmento de café e comprou 50% da companhia. Em 208, o Pátria1 outros 25%, por meio da Café do Brasil, também sob seu controle.

CAFÉ PREMIUM A Gran Coffee investiu cerca de R$ 6 milhões em todo o projeto da nova linha de cafés especiais, realizado em parceria com a empresa suíça Delica. (Crédito: Divulgação)

Esse último último em fevereiro16 novas aquisições entre2016 e de 2020, quando aconteceu a. Segundo Gama, como o setor corporativo representa a maior parte do faturamento, o fechamento dos escritórios da Covid se tornou o maior desafio da história da empresa.

RETOMADA Seguindo o mantra dos negócios durante a pandemia, a empresa precisou se reinventar. E isso significa que se as pessoas não poderiam tomar café no local de trabalho, era hora de levar o café até elas, as marcas conquistaram no processo de expansão do Centro, Astro Café e Spress Café. O primeiro passo foi rapidamente desenvolver um e-commerce, que recebeu o investimento de R$ 3 milhões. A resposta positiva para o avanço em outros segmentos de alimentos e serviços de distribuição em incentivo ao varejo (são mais de 3 milhões de máquinas de cafés no País) e postos de entrada em outros segmentos de alimentos e distribuídos em máquinas de alimentos e distribuídos de comércio, aeroportos e estações de metrô. A Gran Coffee também vinha crescendo no setor de café em cápsulas ou discotecas. Desde 2012 como distribuidora da Nespresso no mercado B2B, começou pela região de Campinas (SP), passou a cobrir o Vale do Paraíba (SP), o ABC Paulista e atravessou as divisões de São Paulo. A soma de ações anteriores trouxe faturamento de R$ 250 milhões no ano, 20% do registro em 2020.

Resultado impensável diante do susto com a pandemia. Mas não houve tempo para comemorar. Em março último a Nespresso tem uma parceria. A notícia aguarda com estímulo de estímulo para a empreitada que gerou o grande da empresa neste ano e que a sua apresentação em uma franca ex-parceira. E o aliado, desta vez, estava na suíça. “Fomos atrás da Delica, única empresa que tem o know-how para desenvolver as cápsulas de alumínio. Criamos em conjunto cinco blends com o perfil aromático de que o brasileiro gosta”, disse. O grupo investiu R$ 6 milhões nesse projeto e colocou no mercado a linha Astro Café Pro.

A meta para 2022 é restabelecer os volumes de antes da pandemia e faturar R$ 304 milhões. Para isso, estão no outros planos objetivos, como a realização de um evento para oficializar a apresentação da linha Astro Café Pro, ampliar a atuação no e-commerce e lançar uma plataforma digital para B2B. Para a Gran Coffee, o novo portfólio de cafés já trouxe muita energia.

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