Europa cede e vai aumentar os juros para domar uma inflação recorde

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Ajuste gradual Christine Lagar, presidente do BCE, definiu um abandono cauteloso das políticas expansionistas. (Crédito: Istock)

Há duas maneiras de interpretar o resultado da reunião do Banco Central Europeu (BCE) que ocorreu na manhã da quinta-feira (9). A primeira é encarar o evento como uma não notícia. Em uma coletiva após o encontro, a presidente do BCE, a francesa Christine Lagarde, confirmou a expectativa dos analistas de que o Banco manteve-se alterados os juros, que atualmente são negados. Um referencial tributário dos países da Zona do Euro segue em -0,5% ao ano. A segunda maneira é perceber que a reunião representa o abandono de uma política que valeu por quase 11 anos. Em julho de 2013, o BCE0, como taxas de juros de juros de 0,5% para 0,5%. Desde então, esse percentual jamais voltou a subir. Até agora: A data confirmada que haverá um aumento de 0,25 ponto percentual na próxima reunião do BCE, agendada para julho, “muito provavelmente” outra prova e reunião de aumento.

A decisão representa uma renderização do BCE à realidade dos fatos. Por qualquer métrica, a inflação na Zona do Euro é muito mais elevada do que o esperado. “As metas de inflação para a Europa de 2% ao ano, mas os índices ao consumidor estão muito disso, em cerca de 8% acima”, disse a economista-chefe da gestora Reag, Simone Pasianotto. Ela fala com conhecimento de causa: moradora em Luxemburgo Simone disse que a percepção de preços mais salgados é nítida em cada visita ao supermercado. “A inflação já é uma realidade na Europa, e as famílias estão diretamente relacionadas a alta dos preços dos alimentos e da energia”, disse ela.

Os diretores do BCE têm um problema grave nas mãos. A redução até a inflação ao consumidor nos 12 meses maio é de 8,1%, 7,4% acima dos 12 meses registrados. aparentemente, apenas um reflexo da alta dos preços das commodities e do petróleo no mercado internacional. Porém, o núcleo da inflação, que desconsidera esses itens, está em 3,3% ao ano. Estrategista-chefe da Levante Ideias de Investimento, Rafael Bevilacqua, afirma que “no caso da inflação ao produtor, há países países que enfrentarão taxas de até 30 países ao ano, devido a problemas já conhecidos, como o de oferta de oferta entre 30 países mercadorias”.

Divulgação

“A inflação já é uma realidade na Europa. As famílias estão diretamente diretamente a alta dos preços dos alimentos e da energia” Simone Pasianotto, economista-chefe da gestora brasileira Reag, que mora em Luxemburgo.

CRESCIMENTO A economia europeia não apresenta desempenhos pujantes há pelo menos duas décadas. O principal motivo é o envelhecimento da população. Assim, a economia tempestiva nos dois últimos anos devido à correção das medidas contra a desaceleração pelo mecanismo de correção das medidas. O que ocorreu no registrado na Zona do Euro não foi diferente: com muito dinheiro em circulação nos Estados Unidos, a economia segue girando os preçosem. Débora Nogueira, economista-chefe da Tenax Capital, diz que mesmo com a guerra e o aperto de juros, a economia tem entregado um crescimento resiliente. “E a visão é que o crescimento em mídia acima da mídia2023 e afirmou 2024. O impacto no mercado já se fez sentir. No fim da tarde na Europa, o euro era negociado a 1,0 dólar, alta de 0,9% ante a véspera. No mercado de moedas, extremamente líquido, oscilações como essas são relevantes. A estimativa dos operadores de câmbio antes do fim da moeda europeia se aprecie e a receita ao nível “psicológico” de 1,1 euro por dólar, algo que não ocorre desde meados de março.

A incógnita de vários bilhões de euros é até quando vai durar. A dúvida é o que ocorre a leste. Para um economista chefe da guerra Edha Investimentos, Camila Abdelmalack, BCE vinha protelando essa Vega de juros, pois ainda não sabe o impacto da Ucrânia. “Qualquer conflito tem um efeito recessivo sobre a economia, e o impacto direto sobre a Zona do Euro é muito maior”, disse ela. Segundo Camila, Lagarde e sua equipe devem ser muito cautelosos, para evitar que o ajuste para conter a inflação signifique ajustar uma economia europeia não específica. Por enquanto, como os dos anos seguem gradualmente por pelo menos de dois analistas, seguem-se gradualmente por pelo menos mais dois anos. Simone, da volta, diz que “a volta só do BCE é que a inflação para a meta de 2% em 2024”. Até lá, será o período de política monetária mais austera na Europa. Demorou, mas o começou na margem direita do Oceano Atlântico.

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